sexta-feira, 24 de dezembro de 2010


Passageiros elogiam Módulo Operacional do Aeroporto de Brasília

O movimento no Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek foi tranquilo nesta sexta-feira, véspera de Natal. Todavia, mesmo com movimento abaixo do normal, as equipes da Infraero mantiveram a fiscalização nos Terminais de Passageiros 1 e 2, além do Módulo Operacional - inaugurado em novembro - garantindo as operações do aeroporto.

Quem embarcou no Módulo Operacional, ficou satisfeito com o local. "É a segunda vez que embarco por aqui. A infraestrutura está boa", disse o passageiro Luiz Maria Pio.

O Módulo Operacional é uma estrutura pré-fabricada, que possui as mesmas facilidades de uma sala de embarque convencional, como isolamento termo-acústico, Sistema Informativo de Voo, banheiros e pontos comerciais. Na Rede Infraero, o Módulo Operacional do Aeroporto de Florianópolis foi o primeiro a ser instalado, em dezembro de 2009.


Assessoria de Imprensa – Infraero
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Aeroporto Internacional Afonso Pena


No Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais (região metropolitana de Curitiba), da meia-noite às 20 horas desta quinta-feira, entre os 109 voos previstos, houve cinco registros de cancelamentos (4,6%), quatro da companhia Gol e um da Tam. As causas dos cancelamentos não foram informadas. Outros 44 voos registraram atraso superior a meia hora (40,4%).

Entre os voos previstos para desembarcarem no aeroporto, da meia-noite até as 20 horas, quatro foram cancelados. As aeronaves viriam de Maringá, São Paulo e Porto Alegre.

Atendentes da Infraero circulam pelo aeroporto para prestar auxílio aos passageiros. Eles estão vestidos com coletes amarelos, para facilitar a identificação.
Gazeta do Povo

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

INFRAERO

Presidente da Infraero vistoria Aeroporto do Galeão

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, realizou nesta quinta-feira (23/12) uma vistoria no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão - Antonio Carlos Jobim. Acompanhado dos superintendentes da Regional Rio de Janeiro, Willer Larry Furtado, e do Galeão, André Luis Marques de Barros, o presidente passou o dia no aeroporto, percorrendo os dois Terminais de Passageiros.

Murilo Barboza vistoriou as adequações feitas nas áreas restritas, como troca da iluminação e instalação de três novos carrosséis para triagem de bagagens. Além disso, ele inspecionou os setores restritos de embarque e desembarque, onde inspecionou esteiras, mobiliário, áreas comerciais e os postos da Receita e Polícia Federal. As áreas readequadas receberam elogios do presidente.

Durante a visita, o presidente também verificou as ações adotadas para o período de alta temporada, como os o uso dos coletes “Posso ajudar?” e a colocação das peças da campanha “Fique Por Dentro”. “As reformas implantadas no Galeão ampliaram a capacidade do aeroporto, trazendo mais conforto para os usuários”, afirmou Barboza.


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INFRAERO

Movimento no Aeroporto de Confins é normal às vésperas do Natal

O Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG) opera normalmente nesta quinta-feira (23/12). Às vésperas do feriado de Natal, o aeroporto registra movimentação intensa no Terminal de Passageiros, mas procedimentos de check-in, embarque e desembarque são realizados com fluidez.

Como parte do plano de contingência para o período de alta temporada 2010/2011, a Infraero distribuiu equipes por todo o Terminal de Passageiros no intuito de garantir as operações do aeroporto e do acesso dos passageiros a informações. Além de equipes da Infraero, bombeiros da Infraero e policiais militares circulam pelo Terminal, garantindo a segurança dos usuários.


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INFRAERO


Infraero renova frota com a compra de 30 micro-ônibus

A Infraero recebeu nesta terça-feira (21/12) 30 novos micro-ônibus para o transporte de usuários entre as aeronaves e os Terminais de Passageiros. Esses equipamentos, orçados em R$ 5,6 milhões, vão ser distribuídos em 24 aeroportos da Rede; uma nova facilidade que vai ampliar o conforto no atendimento aos passageiros.

Todos os microônibus possuem ar-condicionado, cerca de 25 assentos, e serão adaptados para o uso de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Parte dos equipamentos serão destinados ao atendimento de autoridades civis e militares.

Segundo Antônio Erivaldo Sales, superintendente do Aeroporto Internacional de Brasília, que recebeu três novos micro-ônibus, os veículos vão beneficiar passageiros e usuários. "Todo equipamento que agrega conforto e segurança aos passageiros é indispensável", destacou Sales.

Além do Aeroporto de Brasília, também receberão os novos micro-ônibus os aeroportos internacionais de Guarulhos, Campinas, Porto Alegre, Florianópolis, Campo Grande, Corumbá, Cuiabá, Galeão, Confins, Recife, Fortaleza e Parnaíba; e os aeroportos de Juazeiro do Norte, Pampulha, Vitória, Macaé, Santos Dumont, Goiânia e Congonhas.


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INFRAERO

Viracopos e Congonhas operam normalmente na véspera de feriado de Natal
O Aeroporto de São Paulo/Congonhas e o Aeroporto Internacional de Campinas/Viracopos (SP) funcionam normalmente nesta quinta-feira (23/12). Em ambos os aeroportos, as operações de check-in, embarque e desembarque seguem com grande movimento, mas com fluidez.

O fluxo de passageiros nos dois aeroportos está sendo monitorado de perto pelas equipes da Infraero, que estão à disposição dos usuários para atendê-los e orientá-los durante a estada nos terminais. O pessoal disponível para o atendimento recebeu reforços para garantir o bom movimento e a satisfação dos usuários dos aeroportos.O reforço das equipes nos aeroportos faz parte das ações implantadas pela Infraero para garantir a fluidez na movimentação nos Terminais da Rede Infraero no período da alta temporada, que iniciou em dezembro e irá até março.

Em Congonhas, os usuários terão à disposição todos os serviços de lojas e alimentação durante todo o tempo de funcionamento do Terminal, e todas as posições de raios-x e check-in estão em funcionamento. Em Viracopos, foi disponibilizado um bolsão extra de estacionamento para os usuários do aeroporto, aumentando a quantidade de vagas disponíveis e facilitando o acesso ao Terminal.


Assessoria de Imprensa – Infraero
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domingo, 5 de dezembro de 2010

AEROPORTOS

Uma simples explicação
Veja neste blog a reportagem da revista “Isto é Dinheiro” sobre os aeroportos. Leia e verifique se o "lead" tem alguma coisa a ver com o "corpo" da reportagem.

Em que "profissionalização da Infraero" se relaciona com malha aérea ruim, com problemas de atraso da TAM e com uma Anac que finge fiscalizar o setor.

Acho que essa grande confusão é proposital. Além da ausência do desejo de bem informar o leitor, há grandes interesses econômicos forçando a barra.

Quero ser simplório ao explicar essas questões, até porque o raciocínio é muito simples mesmo. Senão vejamos.

Muito se fala sobre caos nos aeroportos, mas se existem problemas eles decorrem pouco da infraestrutura. Explico.

As companhias aéreas estão numa guerra tarifária sem precedentes. Só não faliram porque a demanda está muito aquecida. A agência finge que não é com ela. Seus sábios alegam que é a saudável concorrência de mercado.

As cias. aéreas estão se matando para transportar o máximo de passageiros, tentando destruir umas as outras e cortando custos para retirar algum lucro da guerra de preços. Com isso elas desrespeitam os passageiros, atrasam e cancelam voos e geram transtornos nos aeroportos.

É certo que alguns aeroportos precisam ser ampliados, mas o mínimo de profissionalismo das cias. aéreas e atitudes mais enérgicas da agência poderiam eliminar a maioria dos problemas que se tem verificado.

A diferença entre aeroportos grandes ou pequenos frente ao modelo de gestão das cias. aéreas e a ineficiência da agência é apenas um espaço maior ou menor para acomodar passageiros abandonados.

De que adianta apenas ampliar o espaço em terra. O passageiro não quer ficar no aeroporto, ele quer pegar seu voo, chegar ao destino e seguir seu rumo (e isso rapidamente).

Entretanto, o passageiro (principalmente nas grandes cidades) tem que enfrentar enormes engarrafamentos para chegar ao aeroporto.

Depois, enormes filas no check-in por falta de atendentes das cias. aéreas nos balcões. Se o voo não estiver atrasado em função de escalas, de condições climáticas ruins ou cancelado por falta de pessoal, ele pode conseguir embarcar logo. Porém, pode ser que a cia. aérea, pela reduzida taxa de ocupação, resolva juntar dois voos (isso é mais frequente do que se imagina). Aí é mais atraso.

Após embarcar, o passageiro tem que se acomodar nos reduzidos espaços das aeronaves. É engraçado que as cias. querem espaços maiores, mas só nos aeroportos.

Quando o voo chega ao destino, já com atraso, cria enormes dificuldades para o operador aeroportuário, pois todo o planejamento de ocupação do pátio fica comprometido.

Os voos atrasados têm que ser direcionados para as áreas remotas e os passageiros transferidos por ônibus. Aqui você entende o porquê da frequente mensagem: “senhoras e senhores, devido ao reposicionamento no pátio, o embarque do voo XYZ será realizado pelo portão K”.

Após o desembarque, quem entregou sua mala, tem que aguardar a devolução. (Faço aqui uma recomendação: evite entregar sua mala. Até porque não tem ninguém da cia. aérea verificando se é o proprietário quem está saindo com a mala - mais uma medida para reduzir os custos. Porém, eu sei que uma mala grande sempre é necessária em viagens de maior duração).

Neste momento a cia. aérea está concentrada na tarefa de esvaziar o avião, ou seja, tirar os passageiros e as bagagens que chegam e enchê-lo com os passageiros e bagagens que saem. Depois, com a mesma equipe, vai colocar as malas nas esteiras, que estiveram circulando por mais de vinte minutos sem nenhuma mala. Acho que você já vivenciou isso.

Após receber sua mala, o passageiro sai do aeroporto e novamente tem que enfrentar o trânsito. Não precisa ser muito inteligente para concluir que os sucessivos atrasos já prejudicaram os compromissos. Daí só resta ligar para remarcar, quando é possível.

Sobre a malha aérea é ruim mesmo. Ela é montada para maximizar o lucro das cias. aéreas e não para atender os passageiros.

Eles alegam que é o mercado. Mas, pergunte ao passageiro do norte do país se ele quer passar por Brasília para ir ao sudeste/sul. Claro que não. Pergunte ao morador de Teresina porque ele tem que ir a Brasília para voltar para São Luiz. Pergunte, também, porque os voos tem que sair de madrugada para chegar a Brasília (ou São Paulo) no início da manhã. Eles vão dizer que é a força do mercado.

Na verdade, a malha proposta pelas cias. aéreas e aprovada pela agência é desenhada para que os passageiros cheguem no melhor momento para que as cias. aéreas os acomodem nos voos que saem no início da manhã nos aeroportos concentradores de voos (os chamados hubs). Isso logicamente quando os voos da madrugada não atrasam. Neste caso, os voos da manhã também atrasam e a consequência são atrasos em cascata.

Não há a mínima gestão da agência para otimizar o uso dos aeroportos, onde as cias. aéreas amontoam voos em poucos períodos do dia. Quando o operador aeroportuário nega um horário, a agência aemaça que a restrição na infraestrutura vai gerar aumento das passagens aéreas.
Você deve estar pensando: e os aeroportos? Como já enfatizado alguns precisam ser ampliados e os investimentos estão atrasados (principalmente em Brasília e Guarulhos). Há vários motivos para isso, mas a sociedade com razão não quer discuti-los e quer mesmo os resultados: novos aeroportos, amplos, modernos, seguros e confortáveis.

Mas resta uma pergunta: somente ampliar aeroportos vai resolver os problemas? A resposta é não.

Todos tem que entender que se trata de um sistema, cujas partes (cias. aéreas, infraero, anac, receita federal, polícia federal, anvisa, vigiagro, concessionários, etc) precisam funcionar bem, para que o todo também funcione.

Um último ponto é importante ser enfatizado. Construir aeroportos parece ser mais complexo do que resolver os problemas de gestão das cias. aéreas e a guerra predatória de preços. Pode ser que sim. O planejamento e as ações para construir uma infraestrutura como o Terminal 3 de Guarulhos é de, pelo menos, cinco anos. Mas, eu lembro que os problemas de gestão das cias. aéreas e a guerra tarifária não são de agora. Vem desde meados da década de 1990 e fizeram Transbrasil, Vasp e Varig desaparecer.
Bem, acho que a explicação foi simples, parece ser um exagero, mas não é. Peço apenas que você fique mais atento no aeroporto e repare se esta explicação trata a maioria dos problemas que você já viu ou vivenciou. Eu garanto que sim.
Postado por Aeroportos no Brasil: artigos, notícias e informaçoões.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

INFRAERO




A Infraero participou nesta segunda-feira (22/11) de uma reunião no Rio de Janeiro com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Polícia Federal, Receita Federal, Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea), e com representantes das principais empresas aéreas. No encontro, foram destacadas as ações que cada órgão irá adotar para o final do ano.

Durante a reunião, o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, destacou o planejamento da empresa para a alta temporada, que visa garantir tranquilidade e fluidez nos aeroportos, as mesmas observadas nos três últimos anos. "Vamos trabalhar em conjunto, com diálogo constante entre os órgãos envolvidos no setor aéreo, e colocar em prática ações aperfeiçoadas a fim de dar agilidade em todas operações envolvidas no embarque e desembarque de passageiros", garantiu Murilo.

O diretor de Operações da Infraero, João Márcio Jordão, reafirmou o compromisso com a realização das obras que terão em início em 2011. “Enquanto as grandes obras são realizadas, estão sendo disponibilizados Módulos Operacionais - como o que entrou em operação em Brasília na última semana - que são uma solução de conforto e eficiência para acompanhar o crescimento da demanda”, finalizou. Jordão solicitou das empresas aéreas atenção especial com o cumprimento do fechamento do horário do check-in a fim de não causar impacto nas operações.

A superintendente de Marketing e Comunicação Social da Infraero, Léa Cavallero, apresentou para os presentes a campanha “Fique por Dentro”, que será divulgada este ano em 16 aeroportos. Entre as novidades, ela destacou a inserção nas Redes Sociais e o vídeo que será exibido ao lado dos aparelhos de raio-x para auxiliar o passageiro a passar pela inspeção. “Nossa intenção é mostrar a responsabilidade de cada órgão no setor aéreo a fim de que o passageiro consiga a informação que necessita”, afirmou Léa, ressaltando também que a chamada principal da campanha é “Todos trabalham juntos por você”.

Empresas aéreas manifestam satisfação com infraestrutura aeroportuária

Após reunião, em entrevista coletiva, questionadas sobre a infraestrutura aeroportuária, algumas empresas aéreas, como a TAM e a Gol, manifestaram satisfação com os serviços prestados pela Infraero. “Estamos operando normalmente e aproveitando horários fora do pico (de 7h a 10h e de 17h a 20 h) para atender passageiros que podem voar neste período”, afirmou Líbano Barroso, presidente da TAM. O diretor de Relações Intitucionais da Gol, Alberto Fajerman, lembrou que nos últimos dois feriados prolongados o transporte aéreo operou com tranquilidade.

A Anac, por sua vez, anunciou que manterá, de 17 de dezembro a 3 de janeiro, uma equipe de 120 pessoas, entre inspetores, diretores e pessoal de apoio, nos períodos de manhã, tarde e noite em 11 aeroportos de todas as regiões do País. Os aeroportos a receberem a equipe de reforço da Anac são: Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Antonio Carlos Jobim – Galeão (RJ); Aeroporto Internacional de São Paulo/Governador André Franco Montoro – Guarulhos e Aeroporto de São Paulo/Congonhas (SP); Aeroporto Internacional de Brasília/Juscelino Kubitschek (DF); Aeroporto Internacional de Confins/Tancredo Neves (MG); Aeroporto Internacional de Porto Alegre/Salgado Filho (RS); Aeroporto Internacional de Fortaleza/Pinto Martins (CE); Aeroporto Internacional de Recife/Gilberto Freyre – Guararapes (PE); Aeroporto Internacional de Salvador/Luís Eduardo Magalhães (BA); Aeroporto de Vitória/Eurico de Aguiar Salles (ES) e Aeroporto Internacional de Manaus/Eduardo Gomes (AM).

De acordo com a diretora-presidente da Anac, Solange Vieira, o passageiro que precisar de ajuda deverá buscar, em primeiro lugar, a companhia aérea. “Caso não seja atendido de forma satisfatória, pedimos que procure um fiscal da Anac para relatar o fato”, orientou Solange.

Já o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (Decea) aumentará em 14% as posições de controle de tráfego, além de realizar monitoramento especial dos Aeroportos de Porto Seguro, Salvador, Fortaleza e Florianópolis, além de Guarulhos, Congonhas e Galeão.

A Polícia Federal confirmou que, no caso dos voos internacionais, todas as posições de controle de migração (checagem de passaportes) estarão tripuladas nos horários de maior movimentação.

Entre as medidas divulgadas pelas empresas aéreas estão a disponibilização de aeronaves reserva, o aumento das equipes de atendimento, a ocupação de todas as posições de check-in das companhias nos horários de pico, o incentivo ao check-in pela Internet ou por totens nos aeroportos, a proibição de overbooking e o endosso de passagens entre as empresas.

Medidas da Infraero para a alta temporada

Entre as medidas anunciadas pela Infraero para garantir a fluidez das operações e o conforto dos usuários no período do final de ano, vale destacar:

· Campanha Fique Por Dentro: Neste fim de ano, a segunda edição da Campanha Fique por Dentro, lançada em 2009, está mais elaborada e com novidades. A campanha de marketing vai abranger os 16 aeroportos principais da Rede Infraero e que fazem parte da Copa de 2014. A ideia é informar aos passageiros a responsabilidade de órgãos e empresas do sistema aéreo, dando orientações diante de diversas situações.

A iniciativa irá inserir diversas peças publicitárias e disponibilizar mídia de apoio para reforçar a cobertura da campanha (como folders, gibi infantil e revista Coquetel para adultos, mostrando quem é quem no aeroporto) em pontos de distribuição nos locais onde o passageiro passa.

O projeto de presença digital inclui estratégia de posicionamento, monitoramento e respostas nas redes sociais (Facebook, Orkut etc). Também conta com publicidade de internet, hotsite exclusivo da campanha com dicas de viagem, SMS para interatividade com o público externo (projeto piloto em um dos aeroportos) e mobile com o aplicativo Voos Online, disponível também no site da Infraero.

Outra novidade será o filme para os raios-x, com orientações sobre a inspeção de pessoas e bagagens. O filme será exibido por meio de totens com monitores LCD instalados na área do canal de inspeção (inicialmente nos aeroportos do Rio, São Paulo e Brasília).

Já o “Guia do Passageiro”, que teve sua primeira edição lançada em 2009 com grande aceitação por parte dos usuários, também ganhará sua versão em inglês e será disponibilizado por bluetooth. O usuário também tem acesso ao conteúdo por meio do link no portal da Infraero ( www.infraero.gov.br ).

· Juizados Especiais: Foram instalados nos aeroportos do Galeão e Santos Dumont, no Rio de Janeiro, Congonhas e Guarulhos, em São Paulo, e Juscelino Kubitschek, em Brasília, para solucionar problemas relacionados a serviço de transporte aéreo. Em todas as unidades judiciais, os passageiros podem solucionar eventuais conflitos relacionados a viagens, como overbooking, atrasos e cancelamentos de voos, extravio, violação e furto de bagagens, falta de informação, entre outros, sem sair do aeroporto. Os juizados especiais funcionam em salas cedidas pela Infraero em locais de fácil acesso, com sinalização adequada e por tempo indeterminado.

· Ouvidoria: Para melhorar o nível de atendimento e satisfação dos usuários, a Ouvidoria da Infraero atualizou sua Central de Atendimento Telefônico, com a implantação de uma Unidade de Resposta Audível (URA). Essa nova solução tecnológica apresenta diversas facilidades, como o direcionamento das ligações por intermédio de um menu de opções e avaliação do atendimento oferecido. A nova ferramenta também permite a obtenção de dados estatísticos categorizados das ligações recebidas em sua Central de Atendimento por meio de relatórios que poderão servir de apoio para a melhoria das atividades da Ouvidoria. O número de telefone 24h da Ouvidoria é 0800-727-1234.

· Balcões de Informações: Estão disponíveis na maioria dos aeroportos da Rede e grande parte deles opera 24 horas por dia. Os telefones para contato dos balcões em cada aeroporto podem ser encontrados no site da Infraero ( www.infraero.gov.br ), no ícone Aeroportos.

· Núcleo de Acompanhamento e Gestão Operacional (Nago) : O Nago tem sede em Brasília e acompanha a movimentação de passageiros e aeronaves nos 67 aeroportos da Rede. Todas as atividades da Infraero são monitoradas: movimento dos saguões e salas de embarque; pontes de embarque; sistemas de informação do voo e checagem do funcionamento das esteiras de bagagem; funcionamento dos estacionamentos; áreas de inspeção (raios-X); pátios e demais áreas dos aeroportos. Em 2010, o Nago recebeu novos equipamentos, que permitiram uma otimização dos serviços e reduziram o tempo de comunicação entre os elos de informação.

· Planos de Contingência: Todos os 67 aeroportos da Rede Infraero contam com um Plano de Contingência, que define qual a tratativa a ser adotada em cada situação fora da normalidade, garantido, assim, a continuidade das operações e o conforto e a segurança de passageiros e usuários.

· Reforço do efetivo: Ao longo do ano, a Infraero contratou 922 novos funcionários para as áreas de Operações, Manutenção e Navegação Aérea, que, até o início da alta temporada 2010/2011, já estarão trabalhando em diversos aeroportos da Rede, garantindo o movimento de passageiros e aeronaves durante o período. Além disso, as equipes que já atuam nos aeroportos serão reforçadas com o remanejamento de escala dos empregados.

· Reforço no Monitoramento: A Infraero fará um reforço na fiscalização em todos os setores do aeroporto – salas de embarque e desembarque, conectores, pontes de embarque, saguão e praça de alimentação – buscando certificar-se do correto funcionamento dos sistemas e equipamentos. Na área de Manutenção, equipes vão fiscalizar 24h todos os sistemas e equipamentos disponíveis – ar condicionado, iluminação, escadas rolantes, elevadores, pontes de embarque, esteiras de restituição de bagagem etc. Na Segurança, as equipes vão intensificar rondas nas áreas operacionais e patrimoniais, garantindo a segurança de todos os usuários do sistema aéreo. Nos pátios e demais áreas operacionais, a Infraero também vai intensificar a fiscalização, garantindo a fluidez de pousos e decolagens e o acesso dos passageiros às aeronaves, como um melhor controle da eficiência do transporte de passageiros entre a sala de embarque e as aeronaves.

· Sistema Informativo de Voo: O Sistema Informativo de Voo (SIV) recebeu, ao longo de 2010, novos monitores de LCD que foram distribuídos em diversos aeroportos da Rede, facilitando o acesso às informações aos usuários.

· Investimento de R$ 100 milhões: A Infraero investiu, para a alta temporada 2010/2011, cerca de R$ 100 milhões na aquisição de novos equipamentos. Foram adquiridos 54 ônibus, 10 veículos operacionais, 30 micro-ônibus, 29 ambulâncias, 13 mil carrinhos de bagagem, entre outros, que estarão à disposição para atender passageiros e demais usuários do setor.

· Criação do Centro de Gestão Aeroportuária (CGA) no Aeroporto Internacional de Guarulhos, que contará com representantes da Infraero, Receita Federal, Polícia Federal, Anvisa, Ministério da Agricultura e empresas aéreas para resolver questões que surjam durante o período.

· Utilização de coletes amarelos, com a frase "Posso Ajudar?", por empregados das áreas de Operações e Comunicação Social da Infraero, que serão responsáveis por reforçar as informações e orientações passadas aos passageiros. Ao todo, cerca de 4 mil coletes foram confeccionados, num novo modelo com bolsos.

· Módulos Operacionais de Florianópolis e Brasília já estão em funcionamento. Essas instalações são soluções de engenharia modernas, implantadas rapidamente, que proporcionam um excelente resultado final. Os Módulos Operacionais possuem toda a infraestrutura necessária ao conforto e comodidade dos passageiros, como ar condicionado, sanitários, Sistema Informativo de Voos, sistema de som e, em alguns casos, até estabelecimentos comerciais, como cafeterias, livrarias, etc. Atualmente, a Infraero está instalando Módulos Operacionais em Goiânia e Vitória e pretende implantar esta solução de engenharia em outros aeroportos da Rede
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010

AEROPORTO

Aeroporto é o maior problema?

Pensar em viajar no Brasil tem sido sinônimo de constante preocupação. Férias hoje em dia é sinônimo de desespero, pelo menos no que diz respeito a mobilidade urbana, hospedagem e segurança.

O que não falta nesse país são lugares maravilhosos para desfrutar de momentos inesquecíveis, mas, nem tudo são flores...

Quando falamos em turismo, férias, passeios e etc não podemos esquecer que dependemos de toda uma infraestrutura para que não nos estressemos e nosso prazer converta-se em ódio.

Se a viagem for de carro, cuidados preventivos com o veículo são fundamentais para não ficarmos na mão ou não sofrermos com problemas mecânicos no caminho. Por outro lado, dependendo para onde se vai, as estradas podem representar um grande risco para o passeio, isso sem falar na imprudência cultural de alguns muitos motoristas. Como diziam os antigos: "Um olho no padre e o outro na missa". Prevenir é sempre o melhor remédio.

Há alguns anos atrás era possível viajar de trem para alguns lugares no Brasil. Segundo aqueles que já desfrutaram desse transporte, a viagem era agradabilíssima. Contudo, pela ineficiência de planejamento estratégico do crescimento de um país continental, passamos a sofrer com a má qualidade nos serviços prestados de transporte público e de massa.

A conclusão que chegamos é que pela falta de melhores condições das estradas, pela falta de transporte ferroviário e hidroviário, os aeroportos encontram-se, no Brasil especificamente, abarrotados. Com isso, todos os olhos estão voltados para a "ineficiência" da infraestrutura aeroportuária nesse país.

Ocorre que em decorrência do modelo único adotado no Brasil de transporte de massa para longas distâncias – aeroportos, o crescimento do poder aquisitivo da população brasileira aliado ao incremento da concorrência de companhias e consequente baixa nos preços das tarifas aéreas, o Brasil de hoje vive nos ares.

Descartado os "criados" problemas nas estradas e nos aeroportos é possível que esbarremos em outro recente dissabor. É que dependendo da data de sua viagem é bem provável que não haja hotel para sua hospedagem. Isso porque o Brasil está na mira do mundo e nesse sentido se alguma grande empresa multinacional, Congresso e tantos outros fóruns resolver alugar o hotel inteiro, isso será feito. Aliás, eles têm realizado eventos dessa grandeza e com grande frequência.

Mas, mesmo com um excelente planejamento de viagem, não ocorrendo percalços no traslado e na hospedagem é possível que você não se sinta seguro para determinada cidade escolhida, tamanha é a falta da presença do poder público – das polícias e guardas, nos grandes centros urbanos do Brasil.

O Brasil é um dos países em desenvolvimento mais atrasados no que se refere a utilização dos diversos modais de transporte de massa e o pior no ranking de captação de turistas possuindo uma das mais belas paisagens naturais do mundo. Falta praticamente tudo!

Portanto caro leitor, essas linhas não têm a pretensão de desestimulá-lo a viajar Brasil afora, mas contribuir de certa forma para a reflexão de que o "recente grande" problema do nosso país, quer seja aeroporto, de fato não decorre em si como o problema, mas da falta de planejamento há pelo menos 50 anos. Se o presidente Juscelino Kubitschek ousasse ao invés de construir Brasília ligar o Brasil com os diversos modais de transporte em massa, estaríamos hoje numa situação confortável em se tratando de infraestrutura, a exemplo de diversos países.

Acredito que o Brasil precisa continuar voando, isto é, nos ares, mas com os pés no chão para não se investir em demasia em aeroportos e daqui há 50 anos termos grandes elefantes brancos desperdiçando dinheiro público ou privado, além de atestarmos de uma vez por todas que o Brasil não possui competência para planejar. Precisamos investir em modais como trens, veículos leves sobre trilhos, em melhores estradas, em mais portos para passageiros, em aeroportos modernos e mais tecnológicos, em metrô, em segurança pública e principalmente convidar e fomentar o setor privado para participar do planejamento de crescimento das cidades.

O fato é que se houvessem todos os outros modais de transporte de massa no Brasil, estradas bem sinalizadas e em perfeitas condições, hotéis para atender a demanda e segurança nas cidades para gozarmos nossas viagens, nossos aeroportos seriam uma delícia e não um tormento. Tratando-se de estatísticas, "habitar" nos aeroportos administrados pela maior estatal operadora de aeroportos do mundo - INFRAERO é mais seguro que qualquer ponto da cidade mais segura do país.


Alex Fabiano
Diretor de Pesquisas
Associação Nacional dos Empregados da INFRAERO – ANEI

sábado, 13 de novembro de 2010

AEROPORTO

Cada macaco no seu galho! Mas não esqueça que a árvore é a mesma!

A questão aeroportuária no Brasil passou a ser assunto de botequim. Isso em decorrência do enorme crescimento da demanda pelos serviços aéreos e pelo fato de mais brasileiros estarem voando. Ademais, os problemas vivenciados nos anos de 2006 e 2007 ainda estão na mente da maioria dos usuários do sistema.

O interesse que o assunto passou a ter faz com que todos os dias novas notícias surjam, na maioria das vezes, prevendo o próximo caos. Felizmente, pelo esforço das pessoas envolvidas nas operações aéreas, o caos não está ocorrendo. Mas, ainda ocorrem muitos problemas que poderiam ser evitados.

É importante notar que os papeis nesse enorme sistema estão mais claros e as críticas agora estão sendo dirigidas diretamente aos responsáveis pelos problemas que aparecem de vez em quando.

Nos últimos meses ocorreram dois problemas graves no sistema. Os dois tiveram a mesma causa: a falta de tripulantes. Duas importantes empresas aéreas causaram diversos transtornos a seus clientes, pois seus tripulantes estavam com excesso de horas as voadas. Muitos voos foram cancelados e pessoas tiveram enormes prejuízos.

Há algum tempo toda essa querela teria sido colocada sobre o colo da Infraero, por ser a operadora dos principais aeroportos brasileiros (e, também, por ser um ente do Governo Federal). Todavia, todos os noticiários trataram o assunto de forma bastante isenta. Primeiro, culpando as próprias empresas geradoras dos transtornos. Depois, exigindo ações mais enérgicas da Anac na fiscalização e adoção de medidas punitivas.

A boa notícia é que finalmente as pessoas parecem compreender melhor o papel de cada ente que atua no aeroporto. A má, entretanto, é que não importa o causador dos problemas, o sistema é avaliado de forma conjunta. Assim, as falhas das empresas aéreas, embora não sejam de responsabilidade deste ou daquele outro ente envolvido na operação, denigre a desgastada imagem do setor aéreo brasileiro.

O melhor então é todos buscarem evitar os erros. Do lado da infraestrutura, é importante que a operação seja feita com qualidade, de modo a minimizar as deficiências em alguns aeroportos, até que sejam corrigidas. Os órgãos públicos precisam disponibilizar equipes para cumprir seu importante papel na fiscalização de pessoas, cargas e aeronaves. As empresas aéreas precisam ampliar equipes em terra e no ar para melhorar os níveis dos serviços. E isso vale para todas as demais partes.

Na verdade, o que o usuário anseia é por serviços condizentes com a conta que ele paga. Ninguém no aeroporto está trabalhando de graça. Ninguém está fazendo favor. Todos são responsáveis por aquilo pelo qual são devidamente remunerados.

O que se vê é que se o ditado “cada macaco no seu galho” tem algum sentido no aeroporto, não se pode esquecer que a árvore é a mesma e que quem sustenta todos é sua Excelência o Senhor Passageiro.
Aeroportos no Brasil: artigos, notícias e informações.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

INFRAERO


ABIH-PR lança o Disque Hotéis no aeroporto Afonso Pena

A Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Paraná (ABIH-PR) lança hoje (25) o projeto Disque Hotéis, no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais.

Trata-se de um serviço de discagem direta e gratuita pelo qual os visitantes poderão entrar em contato com os meios de hospedagem associados adquirindo todas as informações necessárias e também a realização da reserva através de um serviço digital, que estará em um totém, bastando pressionar uma das fotos disponíveis no monitor.

A rede está distribuída em 60 painéis com tecnologia desenvolvida em parceria da entidade com uma empresa especializada em mídia digital.

Parceria
Foi formada oficialmente pela entidade nacional durante a 52ª edição do Congresso Nacional de Hotelaria - Conotel 2010. Desde agosto, com o apoio do Ministério do Turismo e Infraero, para equipar os aeroportos de serviços de relevância para os turistas e viajantes. As instalações acontecem nos aeroportos de Curitiba, Florianópolis, Brasília, Campinas, Congonhas, Guarulhos, Galeão, Santos Dumont, Salvador e Porto Alegre.

www.abihpr.com.br

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

INFRAERO


Primeiro táxi elétrico do Brasil começa a circular amanhã em Curitiba
Experimental, veículo será abastecido em eletroposto inaugurado pela Copel no aeroporto Afonso Pena


A partir desta quinta-feira (30), e em caráter experimental, começa a circular em Curitiba o primeiro táxi elétrico do Brasil. Para abastecê-lo, a Copel (Companhia Paranaense de Energia) instalou e vai inaugurar no aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais, seu primeiro eletroposto -ponto para recarga de veículos elétricos. Para operacionalizar este projeto, foi feita uma parceria entre a Companhia, a Infraero, a prefeitura de São José dos Pinhais e a cooperativa Aerotáxi.

O veículo que será utilizado como táxi -um Fiat Palio Weekend- foi montado há dois anos, como parte de um trabalho de pesquisa envolvendo a Copel, Itaipu Binacional e Lactec (Instituto de Tecnologia para o Desenvolvimento), a Fiat e outras empresas privadas.

O eletroposto, tótem para recarga das baterias, será também utilizado dentro do projeto como local de estudos sobre o desempenho do veículo e o impacto de seu uso sobre o sistema elétrico. Hoje o tempo de recarga deste carro é de oito horas, mas espera-se melhorar essa performance.

A proposta da Copel é que no futuro, talvez já durante a Copa de 2014, o transporte não poluente e silencioso possa ser adotado em Curitiba e replicado para outras cidades paranaenses. Por enquanto, segundo assessores da Copel, trata-se de uma experiência, que permitirá subsidiar o desenvolvimento de outros postos elétricos, aperfeiçoar os equipamentos de recarga e estimular estudos sobre formas de cobrança da energia utilizada para a carga da bateria.

Londres
Na capital britânica, sede da próxima Olimpíada, a prefeitura local está experimentando táxis (leia mais) movidos a hidrogênio e promete colocar uma frota de autos e ônibus em circulação até 2012, quando acontecem os Jogos Olímpicos.
(crédito: Copel/Divulgação)

quarta-feira, 1 de setembro de 2010


Presidente da Infraero vistoria obras da nova Torre de Controle de Congonhas

Nesta terça-feira, 31/8, o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, e o presidente do Conselho de Administração da Infraero, Pedro Celestino, visitaram as obras de construção da nova Torre de Controle do Aeroporto de São Paulo/Congonhas (SP).

Os serviços - orçados em R$ 14,2 milhões, estão em andamento. O próximo estágio da obra será a preparação para a concretagem do 1º pavimento da Cabine de Controle, à 30,50 m de altura. Já estão sendo executados, também, os serviços de instalações elétricas, hidráulicas e de ar-condicionado do edifício do Departamento de Controle do Espaço Aereo, além dos acabamentos externos e internos.

Acompanharam a visita o superintendente do Aeroporto de Congonhas, Carlos Haroldo Novak, o gerente Regional de Administração, Bene Wilson, e toda a equipe da Gerência de Obras

Assessoria de Imprensa – Infraero
imprensa@infraero.gov.br

terça-feira, 17 de agosto de 2010

INFRAERO


Curso de Acessibilidade é destaque em três aeroportos da Infraero

Os aeroportos de Montes Claros/Mário Ribeiro (MG), de Ponta Porã (MS) e de São Luís/Marechal Cunha Machado (MA) realizam no período de 16/8 a 20/8 o Curso de Atendimento às Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida. O treinamento é oferecido aos profissionais da Infraero, terceirizados e de empresas que atuam nos aeroportos. Entre os temas apresentados, estão legislação e direitos humanos, equipamentos mais utilizados, técnicas de atendimento e transferência. Também estão previstos simulados e vistorias para verificar o que pode ser melhorado na infraestrutura dos Terminais de Passageiros.

Na abertura do evento de Ponta Porã, o superintendente do aeroporto, Almir Aurélio Fernandes, ressaltou o papel pioneiro da Infraero em manter uma política contínua de treinamento e trabalhar com seriedade a questão da acessibilidade nos aeroportos da Rede. Leni Ferreira Tolentino, superintendente do Aeroporto de Montes Claros, pontuou que o curso coroa o trabalho realizado pela Assessoria de Acessibilidade da Infraero. "Essa capacitação transmite valiosos conhecimentos àqueles que lidam com pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida”. Para o superintendente do Aeroporto de São Luís, Hildebrando Coelho, onde 120 profissionais são treinados, o curso sensibiliza os participantes e serve também para capacitar os funcionários da Infraero e de todas as empresas que prestam algum tipo de serviço no aeroporto. “Além disso, é possível realizar um tratamento mais adequado às pessoas com algum tipo de deficiência ou mobilidade reduzida”, destacou.

Participante do curso em São Luís, o funcionário da Infraero Alan Barbosa diz que o treinamento é importante para todos os membros da comunidade aeroportuária. “Quando pensamos como consumidores das facilidades e serviços do aeroporto, este curso amplia nossos horizontes, fazendo-nos enxergar os obstáculos e as dificuldades que as pessoas com deficiência enfrentam no dia a dia para exercer sua cidadania em nosso país”, comentou.

O curso atende à Política de Acessibilidade da Infraero, disseminada pelos membros do Comitê Nacional de Acessibilidade da empresa (Conaces). Após o curso, relatórios são enviados para a sede do Conaces, em Brasília, e passam a integrar proposta de planos de ação para os aeroportos.

Assessoria de Imprensa - Infraero
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INFRAERO


Infraero apresenta planejamento para ampliação dos Aeroportos na CNI

A Infraero participou nesta terça-feira (17/8) de uma reunião do Comitê de Infraestrutura da Confederação Nacional da Indústria (Coinfra/CNI). O diretor de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero, Jaime Parreira, reforçou o compromisso da empresa em investir nos aeroportos visando à atender a demanda projetada até 2014, incluindo a que surgirá em função da Copa do Mundo.

Representantes de federações das indústrias nos Estados e sindicatos ligados ao setor participaram da apresentação do diretor, que compareceu ao evento representando o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza. Parreira detalhou os R$ 5,15 bilhões que serão investidos pela empresa em 13 aeroportos relacionados às 12 cidades-sede da Copa do Mundo, além dos Terminais de Passageiros de outras cidades, como Goiânia e Vitória.

Entre os principais destaques do planejamento, Parreira citou o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, que receberá R$ 687,3 milhões entre 2011 e 2014. “O Galeão está realizando a recuperação e modernização de sua infraestrutura e em breve terá capacidade para receber 25 milhões de passageiros por ano”, destacou o diretor. Ele disse ainda que vários aeroportos da Rede Infraero podem ter sua capacidade de movimentação ampliada, desde que os voos autorizados pelos órgãos competentes sejam realizados em horários de menor volume operacional.

Outro ponto detalhado na apresentação foi a instalação dos Módulos Operacionais em alguns aeroportos, como os de Brasília, Guarulhos e Viracopos, que receberão essa estrutura para atender a demanda de passageiros enquanto as obras definitivas estiverem em execução. “Essa é uma solução de engenharia de baixo custo e que já foi adotada em vários aeroportos do mundo”, explicou Jaime.

A posição da Infraero de apresentar os investimentos foi elogiada pelo presidente da Coinfra, José de Freitas Mascarenhas. “É bom ouvir que a Infraero está empenhada em conduzir esses projetos, afinal, os aeroportos são itens de infraestrutura que são a porta de entrada do País”, disse.

Parceria com o Exército Brasileiro

A construção da pista de pouso e do pátio de aeronaves do Aeroporto de São Gonçalo do Amarante (RN) também foi citada pelo diretor como um bom exemplo da parceria entre a Infraero e o Exército Brasileiro na execução de obras nos aeroportos, que inclui ainda a obra do sistema de Pistas e Pátio do Aeroporto de Guarulhos, entre outros serviços.

De acordo com o diretor de Engenharia e Meio Ambiente, os trabalhos em conjunto com o Exército têm o objetivo de agilizar a execução das obras nos aeroportos. “O arranque inicial será feito pelo Exército, que tem executado serviços importantes para nossa infraestrutura”, avaliou Jaime.


Assessoria de Imprensa – Infraero
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INFRAERO


Obras no Aeroporto do Galeão estão em ritmo avançado

As obras no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antonio Carlos Jobim estão em ritmo avançado. Iniciados em 2008, os serviços compreendem a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros 1 e de conclusão do Terminal de Passageiros 2. Com estes trabalhos, o Galeão será capaz de atender à demanda projetada para os próximos anos, incluindo o aumento gerado pela Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Algumas obras, como a dos setores de embarque A, B e C do Terminal 1, foram entregues entre janeiro e julho de 2010. As reformas incluíram troca do forro e das luminárias, instalação do granito das colunas, nova sinalização vertical, entre outras melhorias. Também foram instalados alimentadores de energia para carregadores de celulares e notebooks, oferecendo mais conforto e eficiência às novas instalações. Com área de 12.400 m², o setor de embarque internacional C, que estava fechado desde 2003, reabriu em 20/1. As obras de revitalização e modernização da área, iniciadas em outubro de 2009, foram orçadas em R$ 4,9 milhões.

Em 6/6/2010, foi reaberto o Setor B, que possui área de 13.500 m². O local também foi equipado com quatro cabines duplas para o serviço de emigração, três canais de inspeção e 1.984 assentos. A área, fechada em janeiro para reforma, foi aberta como embarque doméstico em abril e fechou novamente em 24/6 para receber adaptações que permitiram o setor voltar a operar como embarque internacional. A reforma foi orçada em R$ 4,1 milhões.

O embarque doméstico do Setor A foi totalmente modernizado. As obras foram iniciadas em 6/4/2010 e finalizadas em 24/6, com investimentos de R$ 4,68 milhões. A área tem 15 mil m² e possui cinco canais de inspeção. A reforma incluiu também a disponibilização de 1.436 assentos, entre outras ações.

Dentre as melhorias já realizadas pela Infraero no aeroporto, estão a reforma e modernização do Sistema Informativo de Voo nos dois Terminais de Passageiros, polimento do piso de granito, forro mineral (teto rebaixado), troca do piso plurigoma (emborrachado preto), troca do piso vinílico ("paviflex"), substituição das paredes de fórmica, revestimento das colunas (pintadas de branco) por granito, reforma de 44 sanitários, testeiras internas e externas e a recuperação das fachadas do Terminal de Passageiros 1.

Até o final deste ano, serão concluídas melhorias como a substituição do forro pelo tipo Baffle (e luminárias), reforma do antigo Terminal de Carga para Terminal de Exportação e aquisição de cinco esteiras de bagagem no desembarque internacional do Terminal 1.

Melhorias para os próximos anos

Para 2011, está programado o término da substituição de todos os 60 elevadores dos dois Terminais de Passageiros e demais instalações do aeroporto. Além disso, outros serviços sendo executados no Galeão são a recuperação de pistas e pátios do sistema 15/33, a adequação do sistema de pistas e pátios para operação do A380 e a reforma do sistema de luzes de aproximação.

O Terminal 2 passa por obra de conclusão que compreende a instalação de equipamentos e a execução dos acabamentos em cerca de 50% do prédio, conforme projeto original. O término está programado para 2011.

A reforma total do Terminal de Passageiros 1 está em andamento desde 2008 e a entrega da obra está prevista para setembro de 2012. Serão substituídos os acabamentos e renovados equipamentos, instalações e sistemas. Também será redefinido o uso das áreas para aumentar a capacidade e o conforto do Terminal e para garantir melhores condições operacionais e de segurança.

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro conta com a maior pista de pouso e decolagem do Brasil, com 4.000m x 45m, assim como um dos maiores, mais modernos e bem equipados Terminais de Logística de Carga do continente. O Galeão está ligado a mais de 27 localidades nacionais e 23 destinos internacionais. Possui dois sistemas de pistas com operações simultâneas de pousos e decolagens. São 154 balcões de check-in, 16 esteiras de restituição de bagagens e 16 esteiras de check-in, 38 pontes de embarque e 24 posições remotas. Ao todo, 20 empresas aéreas prestam serviços nos dois Terminais, atendendo a um movimento diário de 32 mil passageiros.

Assessoria de Imprensa - Infraero
imprensa@infraero.gov.br

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

INFRAERO


300 casas serão desapropriadas para ampliação do aeroporto Afonso Pena

Desapropriação vai afetar mil pessoas que moram próximo ao terminal. Obras incluem nova pista e ampliação da infraestrutura do aeroporto

Até o fim de 2012, mil pessoas que moram próximo ao Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba, terão que se mudar. A área onde se encontram 300 residências será desapropriada para a construção da terceira pista do aeroporto.

O telejornal ParanáTV, da RPC-TV, mostrou que o processo de desapropriação já começou e deve ser concluído em dois anos. Técnicos estão elaborando um levantamento das propriedades, para avaliar quanto será gasto em pagamento às famílias que hoje vivem no local.

A nova pista terá mais de três quilômetros de extensão, o que permitirá um movimento maior de aeronaves. De acordo com o superintendente da Infraero, Antonio Pallu, com a obra, o terminal terá condições de atender mais voos e de forma mais efetiva.

Além da construção da nova pista, o aeroporto passará por outras obras. O terminal de cargas e o saguão, onde os passageiros embarcam e desembarcam serão ampliados. Será construído um novo estacionamento, duas vezes maior que o que existe atualmente. As obras devem ser iniciadas em 2012 e vão custar R$ 350 milhões.

Gazeta do Povo

quarta-feira, 28 de julho de 2010

INFRAERO


Reunião discute custo e implantação da terceira pista do Aeroporto Afonso Pena


O secretário dos Transportes, Mario Stamm Junior, recebeu nesta terça-feira (27) representantes de diversos segmentos públicos e privados envolvidos com a construção da terceira pista do aeroporto Afonso Pena. Agilização da desapropriação de áreas urbanas (aproximadamente 200 terrenos) e rurais foi o tema da reunião.

Participaram do encontro o secretário da Copa, Algaci Tulio, secretário executivo do Comitê Copa 2014, Wilson Portes, representante do Grupo Pro Aeroporto, Walmor Weiss, superintendente da Infraero, Antonio Pallu, chefe do Departamento Hidro Aéro Ferroviário da Secretaria dos Transpirtes, Germano Valença Monteiro, além de representantes da Agência Curitiba Gilberto José de Camargo, Heraldo Alves Neves, e Alexandre Cordeiro e o técnico Cosme Jonsari da SETR.

“A obra ficará pronta até a Copa do Mundo”, destacou Mario Stamm Junior acrescentando que a definição do valor das indenizações das áreas urbanas e rural é a prioridade do momento para o estabelecimento a curto prazo de um cronograma envolvendo o pré-projeto de engenharia e o licenciamento ambiental.

Segundo o projeto, a nova pista terá 3.400 metros de extensão, 65 por cento maior que a pista utilizada atualmente. Segundo o superintendente da Infraero, Antonio Pallu, a área a ser desapropriada envolve aproximadamente 850 mil metros quadrados.

Para o secretário da Copa, Algaci Túlio, o entendimento entre os vários órgãos envolvidos é fundamental para o processo de agilização da obra que custará R$ 320 milhões e mais R$ 42,1 milhões para ampliação do terminal de passageiros.
Agência de notícias Estado do Paraná

INFRAERO


BNDES propõe ao governo dividir a Infraero

Para aumentar a capacidade dos aeroportos brasileiros, o governo estuda proposta apresentada pelo BNDES, que prevê a cisão da Infraero em duas: a empresa antiga, que herdaria o passivo (dívida resultante de ações judiciais), e a nova, a Infraero S.A., que receberia novos investimentos e seria responsável pela operação dos 67 aeroportos mais movimentados do país. Outra possibilidade seria criar uma subsidiária para assumir essa missão, mantendo-se a estrutura velha com a parte podre.

As alternativas discutidas por um grupo de técnicos de vários ministérios e do BNDES descartam a privatização da estatal, bem como a transferência de alguns terminais sob sua administração à iniciativa privada. A aposta é na abertura de capital da empresa, com a venda de até 49,9% das ações para o setor privado, de forma que a União continue mantendo o controle.

A cisão da estatal, segundo fontes envolvidas, tem como objetivo reduzir riscos para atrair novos investidores. Atualmente, a estatal tem reconhecida, em balanço, uma dívida de cerca de R$ 200 milhões. No entanto, outros esqueletos podem aparecer e serem transferidos aos novos sócios, o chamado risco de sucessão. As ações judiciais movidas por construtoras das obras embargadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) são um exemplo.

Para criar a Infraero S.A. e levantar uma quantia potencial de R$ 5 bilhões, o governo precisa transformar a estatal numa empresa de economia mista e dar-lhe o contrato de concessão dos aeroportos, seu principal ativo. Atualmente, a empresa é apenas delegatária, tendo assumido os aeroportos ao longo do tempo por meio de portarias do Comando da Aeronáutica.

Decisão caberá ao presidente Lula

Caberá ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolher entre a cisão da estatal e a criação de uma subsidiária, o que deverá ocorrer de forma reservada, até o resultado das eleições presidenciais. Porém, técnicos já trabalham nos instrumentos jurídicos para mudar o perfil da empresa.

Primeiro, será necessário enviar ao Congresso um projeto para alterar a lei 5.862/72, que criou a estatal, transformando-a numa empresa de economia mista. A ideia é que o texto garanta à Infraero S.A. a concessão dos aeroportos sem licitação, fixando prazo para que a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) elabore um modelo de concessão.

O contrato a ser assinado entre Anac e Infraero vai prever a exploração do serviço por tempo determinado, conterá metas de investimentos, níveis desejados de serviços, além de um modelo tarifário (taxas de embarque, de pouso e permanência pagas pelas companhias aéreas).

A empresa vai alterar a composição do Conselho de Administração para abrigar novos sócios e adotará, a partir de 2011, padrão de contabilidade internacional, mais rigoroso com relação aos passivos. A proposta do BNDES não prevê demissão dos 12,1 mil funcionários e 18 mil terceirizados.

- Fazer novos investimentos, melhorar a qualidade do serviço e gerar receita serão os três focos da empresa - resumiu uma fonte.

Fonte: Geralda Doca (O Globo)

domingo, 18 de julho de 2010

Noticias Brasil


Regras sobre peso de bagagem e outras dicas de viagem


A Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) diz que para viagens com saída e chegada no Brasil uma mala pode ter no máximo 32 quilos e 158 cm (somando altura, comprimento e largura). As bagagens de mão não devem exceder 115 cm, tendo ainda que caber no compartimento de bagagem ou sob a poltrona.

No caso de viagens para a América do Sul, a regra garante pelo menos 20 quilos por passageiro viajando a classe econômica. Mesmo assim, na hora da compra do bilhete é necessário checar se o voo está sujeito a essas regras, pois as companhias aéreas podem acrescentar tarifas dependendo da rota.

Dicas

Quando for escolher a sua mala, preste atenção nas especificações do produto, que devem ser usadas como comparativo para o perfil de cada viajante. O turista também não pode se esquecer de checar o peso da mala vazia, que somará alguns quilos na hora de pesagem no balcão do aeroporto. Atenção: escolher uma mala muito pesada pode impedir aqueles quilos a mais de recordação.

Reclamação

Segundo a Anac, o passageiro deve procurar primeiramente a companhia aérea para resolver qualquer problema relacionado à bagagem. Caso a empresa não ajude, o passageiro pode fazer sua reclamação pelo telefone 0800-7254445 ou pelo site.

O passageiro também poderá, a qualquer momento, buscar seus direitos junto aos órgãos de proteção e defesa do consumidor ou na Justiça.

O advogado Felício Rosa Valarelli Júnior, da área do consumidor, diz que, depois disso, as companhias aéreas, agências de turismo e a operadora podem ser responsabilizadas.

"O consumidor deve guardar todos os comprovantes possíveis e até usar testemunhas para provar seu caso. E a responsabilidade é da empresa de provar que não errou", diz Valarelli.

Ainda segundo ele, as ações podem correr em um juizado especial civil, que é mais rápido. Se houver necessidade de perícia, o caso vai para uma vara comum, que pode durar até dois anos.

Já para as passagens compradas na internet, o turista só pode reclamar se o domínio for "com.br". "As leis do consumidor brasileiras não se aplicam no exterior", diz ele.

Fonte: jornal Folha de S.Paulo (15.07.10)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

INFRAERO



Presidente da Infraero visita obras em Guarulhos

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, realizou nesta terça-feira (13/7) uma visita ao Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos para conferir o andamento das obras de ampliação do sistema de pátio e pistas do aeroporto. “Estou entusiasmado com o sucesso da parceria entre a Infraero e o Exército Brasileiro, que possibilitou a retomada das obras em Guarulhos”, disse Murilo Barboza.

Durante a visita, o presidente realizou um sobrevoo para visualizar a dimensão dos trabalhos que estão em andamento no complexo de Guarulhos. Depois, Murilo Barboza esteve na Torre de Controle e participou de uma apresentação realizada sobre os cronogramas de trabalho no sistema de pistas e o início da próxima fase da obra. Na oportunidade, o presidente informou que está satisfeito com o ritmo dos trabalhos e questionou sobre o que poderia ser disponibilizado para acelerar a próxima etapa da obra, que demandará interdição de um trecho de 1.060 metros da pista de pouso e decolagem de maior extensão (3,7 mil metros) e o prolongamento da pista de taxiamento PR-B.

“Guarulhos tem muita importância para o setor de transporte aéreo nos cenários nacional e internacional. Não mediremos esforços para concluir os trabalhos e minimizar os efeitos dessa obra para os usuários do transporte aéreo de passageiros e de carga”, concluiu Murilo Barboza.

Também participaram da visita o assessor Especial da Presidência, Coronel Ivan Gonçalves, o diretor Comercial, Geraldo Moreira, os superintendentes da Regional São Paulo, Antonio Filipe Bergmann Barcellos, e de Guarulhos, Lucinio Baptista da Silva, o comandante da Brigada de Aviação do Exército de Taubaté, General Peterneli, o Coronel do Exército, Eduardo Santos Barroso, responsável pela obra em Guarulhos, e o Comandante do Destacamento de Guarulhos, Coronel Paulo Roberto de Souza.


Obras

A primeira fase das obras do sistema de pistas do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos foi iniciada na segunda quinzena de junho. Equipamentos como escavadeiras hidráulicas, caminhões basculantes, rolos compactadores, dentre outros, já estão alocados no canteiro de obras do aeroporto.


O Termo de Cooperação firmado entre a Infraero e o Comando do Exército inclui a construção de uma pista de taxi de saída rápida, denominada PR-FF; a revitalização de um trecho de 1.060 metros da pista de pouso e decolagem de maior extensão (3,7 mil metros) e o prolongamento da pista de taxiamento PR-B.

A obra está orçada em R$ 43,7 milhões, com prazo de execução de 13 meses e será executada pelo DEC, através do Destacamento Guarulhos. Esses serviços vão proporcionar maior fluidez nas operações de pouso e decolagem do Aeroporto.

Assessoria de Imprensa – Infraero

Noticias Brasil

MPF pede gravação direta de imagens em aeroporto

O Ministério Público Federal em Guarulhos ajuizou uma Ação Civil Pública para obrigar a Infraero e a União a gravarem ininterruptamente imagens do sistema de segurança do aeroporto de Guarulhos. O pedido diz que o procedimento tem de ser feito com os equipamentos já existentes e com funcionários treinados para a função.

O MPF pede também que a Infraero e a União sejam obrigadas, em um prazo de no máximo 180 dias, a implementarem um sistema eficaz e moderno de monitoramento e gravação de imagens no aeroporto, cuja gravação independa de um comando expresso do operador de câmeras, e a Infraero opere o sistema 24 horas. O sistema também deve ser capaz de abranger todas as áreas internas e externas do aeroporto.

Em 2008, o MPF recebeu, por meio do Tribunal Regional Federal da 3º Região, um relatório elaborado pelas companhias aéreas internacionais, a pedido do Poder Judiciário e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), apontando diversas deficiências operacionais e de infraestrutura no Aeroporto Internacional de Guarulhos.

A partir desse documento, o MPF em Guarulhos investigou deficiências em várias áreas da administração. Ao ser questionada sobre as câmeras, a Infraero respondeu que elas funcionam 24 horas de forma ininterrupta, mas que só gravam as imagens sob o comando do operador.

Dessa forma, furtos de bagagens, atos de violência física e até eventuais atos de terrorismo somente serão gravados caso sejam percebidos pelo operador do sistema, que não possui treinamento para tal função.

Para o procurador da República Matheus Baraldi Magnani, responsável pela ação, um sistema eficaz de monitoramento e gravação de imagens de um grande aeroporto é necessário para acompanhar a rotina e todas as excepcionalidades que possam comprometer a segurança e o bem estar dos passageiros. Trata-se até mesmo de medida de segurança nacional.

Se um crime grave ocorrer dentro do aeroporto ou mesmo um ato terrorista, as chances de investigá-lo com imagens são de zero por cento. Por isso é necessário melhorar o sistema, para desestimular atos criminosos, e permitir a identificação de responsáveis por eventuais infrações, afirmou Magnani. Com informações da Assessoria de Imprensa da Procuradoria da República de São Paulo.

ACP 6165-68.2010.4.03.6119

Fonte: Conjur

INFRAERO


Terceiro terminal de Guarulhos completa licitação

O consórcio MAG, formado pelas empresas PJJ Malucelli Arquitetura e Construção, Andrade e Rezende Engenharia de Projetos e Gabinete de Projetação Arquitetônica foi o vencedor da licitação para a elaboração dos projetos de engenharia na construção do terceiro terminal de passageiros do aeroporto internacional André Franco Montoro, em Guarulhos (SP). Foram 7 concorrentes consorciados que reuniram 24 empresas pretendentes.

Até o ano da Copa, 2014, o principal aeroporto do país terá aumentada a sua atual capacidade de passageiros, passando de 24 para 35 milhões/ano. A obra é considerada fundamental e estratégica para o atendimento do fluxo aéreo nos próximos anos. Serão investidos quase R$ 1 bilhão (R$ 952 milhões), com ampliação de pátio e pista, construção de pista para taxiamento, módulos operacionais e a primeira fase do novo terminal.

Os projetos também compreendem a construção do edifício-garagem, sistema viário de acesso, pátio de estacionamento de aeronaves, implantação da rede de queroduto e demais obras complementares.

O anúncio feito pela Infraero, em Brasilia, define que a elaboração dos projetos custará R$ 22,6 milhões com prazo de 23 meses (300 dias), a partir da emissão da ordem de serviço. As empresas de engenharia e construção farão os estudos preliminares, os projetos básico e executivo. Haverá também a realização de serviços complementares, como o sistema viário de acesso e o pátio de estacionamento de aeronaves.

Fonte: Brasilturis

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Noticias Brasil

Resposta da ANEI à declaração do candidato José Serra

A ANEI lamenta que um candidato à Presidência da República fale sobre o setor de infraestrutura aeroportuária, principalmente sobre a estatal 100% brasileira - INFRAERO, 2ª maior empresa operadora de aeroportos do mundo, que há 37 anos administra os principais aeroportos do país, sem um mínimo de coerência em seu discurso.

A ANEI lamenta que um candidato à Presidência da República fale sobre o setor de infraestrutura aeroportuária, principalmente sobre a estatal 100% brasileira - INFRAERO, 2ª maior empresa operadora de aeroportos do mundo, que há 37 anos administra os principais aeroportos do país, sem um mínimo de coerência em seu discurso. Afirmar que a Infraero está toda loteada politicamente é faltar com a verdade, é desrespeitoso ao corpo gerencial da empresa, à sociedade brasileira, além de revelar despreparo do aspirante que seja.

A INFRAERO é uma Empresa Pública de direito privado, dotada de patrimônio próprio, autonomia administrativa e financeira, vinculada ao Ministério da Defesa, atua na construção, implantação, administração, operação e exploração industrial e comercial de aeroportos, apoiando a navegação aérea e realizando atividades correlatas atribuídas pelo Governo Federal. Assim, no intuito de atualizar as informações para os candidatos e para os críticos, pontuamos o seguinte.

Primeiro:

O Estatuto da INFRAERO admite contratos, a termo e demissíveis "ad nutum", profissionais para exercerem funções de assessoramento totalizando um limite máximo de doze Assessores. Desta forma, a estatal NÃO possui um Diretor sequer, um Superintendente sequer, um Gerente sequer que não sejam orgânicos. Portanto, a infeliz declaração do candidato não espelha a verdade sobre uma gigante empresa que tem dado bastante orgulho aos brasileiros.

Ademais, os cerca de 11.500 empregados concursados (não apadrinhados ou eleitos), que ao longo de quase quatro décadas, ajudaram no desenvolvimento sustentável do país com a infraestrutura aeroportuária - transformando uma empresa PÚBLICA brasileira na 2ª maior operadora de aeroportos do mundo em passageiros e 3ª em número de terminais, dos quais há previsão de investimento para ampliação e modernização na cifra dos bilhões para os próximos anos, dignam-se o respeito e consideração dos falaciosos.

O Brasil continua sendo considerado SEGURO para voar, porque a INFRAERO tem honrado todas as Recomendações de excelência em SEGURANÇA AEROPORTUÁRIA e NAVEGAÇÃO AÉREA ao longo de anos com a OACI (Organização da Aviação Civil Internacional). Caso não haja esse comprometimento e fiel cumprimento das Recomendações, o Brasil a qualquer tempo pode ser desconsiderado como país seguro para voar e, consequentemente, dezenas de Cias Aéreas poderiam(ão) deixar de operar no país. Isso significaria desemprego e retrocesso para a aviação.

Incrível que nos últimos anos os "especialistas" do Brasil só apontam críticas negativas à Infraero, mas a ICAO e a TSA (norte americana) apenas elogios.

Segundo:

A ANEI tem acompanhado o debate de perto sobre o tema privatização/concessão e a insistência de alguns "especialistas" no modelo único de aeroportos como solução para os problemas de um país continental que agoniza há décadas por falta de gestão pública continuada, melhores estradas, portos, hidrovias, trens, metrôs e outros modais, para darem melhor fluidez a passageiros e cargas.

Afirmar que o TAV em São Paulo não saiu do papel por culpa da Infraero, beira ao delírio e não merece comentários por inconsistência e quiçá seria o mesmo discurso de que o Rio de Janeiro poderia não sediar as Olimpíadas por culpa do Aeroporto do Galeão... mesmo o Rio perdendo feio para as outras candidatas em quesitos como metrô, hotelaria, infraestrutura urbana e etc. Para se ter uma ideia, em 31 anos de existência o metrô do Rio tem apenas 42 km de extensão e com 36 anos em São Paulo são 62,3 km; em Londres são 408 km, em Paris são 213 km e em Moscou são 276 km... Enfim, não executaram ainda o TAV por outros motivos menos por culpa da Infraero, uma vez inclusive, que por décadas os governos têm se mostrado ineficientes para ampliar significativamente a extensão dos metrôs de nossas capitais.

Terceiro:

Apesar de técnicos verdadeiramente especializados e empresários brasileiros que lidam dia a dia no macroprocesso da aviação se posicionarem contrários a privatização/concessão - por ser um modelo muito mais caro e malsucedido em diversos países, têm nos causado estranheza a forma agressiva e predatória como alguns "especialistas" têm proposto o tema se de fato a maioria dos mais importantes aeroportos da Europa e dos EUA não são privados.

Insinuar que os técnicos da Infraero, uma empresa pública com status, respeitabilidade e história internacional, não possuem capacidade para modernizar e ampliar os aeroportos é jogar em vala comum um trabalho de excelência e comprometimento de décadas no desenvolvimento sustentável do país.

Infelizmente o histórico brasileiro não pode validar a declaração do candidato sobre multa ou perda de concessões...

Para finalizar, soa como contradição que os "aeroportos" administrados pelo governo do estado de São Paulo – DAESP não são privatizados.

Apenas para constar, se privado fosse sinônimo de milagre, os Tribunais de Justiça de todo o país não registrariam ex-estatais, hoje empresa privatizada, no rol das mais reclamadas. ISTO É FATO!

- INFRAERO, uma empresa que precisa ser respeitada nacionalmente -

Porque o Brasil não precisa voar mais alto, precisa continuar voando bem.

Escrito por Administrator 08 Julho 2010

terça-feira, 6 de julho de 2010

Noticias Mundo

Arrow Air grounded after 57 years
South Florida Business Journal - by Bill Frogameni


Miami International Airport
Arrow Air, the largest single cargo shipper at Miami International Airport, is ceasing operations after 57 years in South Florida, effective immediately.

“Like many companies in our industry, Arrow Air has experienced significant operating losses as a result of increasing operating costs and declining revenues. The decision to wind down the company’s schedule service operations was a difficult one,” the company said in a news release. “This decision was not made lightly, and was a last resort after the company exhaustively searched for other options, including financing or a sale of the business.”

Between Oct. 1 and the end of May, Arrow was the leader at MIA, handling 12.5 percent of the total cargo weight, airport spokesman Greg Chin said. Between January and the end of May, Arrow’s volume grew 42 percent compared to the prior-year period, he added.

On April 9, Arrow told the state in a Worker Adjustment and Retraining Notification Act notice that it could cease operations and lay off all 473 employees at MIA. The company said at the time that it had been seeking investors.

While Arrow spokeswoman Andi Salas said she didn’t know exactly how many of the company’s employees are based outside of Florida, she noted that most are based here. Arrow has 250 employees stationed throughout the Americas, according to the company’s website.

Salas declined to comment on whether the company will declare bankruptcy or what could happen to its assets.

“The press release speaks for itself,” she said.

Arrow has a heavy presence in Latin America and the Caribbean, but the majority of the cities it serves also are served by other cargo carriers at MIA, Chin noted. Those other carriers are likely step in and quickly fill the void left by Arrow, he added.

“Of course, we hate to see any operation cease here and see employees be out of work,” Chin said. “But, as far as the airport goes and our cargo volumes, it shouldn’t effect us very much.”

MIA is projecting 24 percent growth in cargo by the end of 2015.

According to Arrow Air’s website, it operates more than 60 weekly flights to Latin America and the Caribbean.

The company has 67,000 square feet of refrigerated storage at MIA and more than 155,000 square feet of dry storage, according to its website.

While Arrow’s shutdown won’t be a long-term problem for South Florida shippers who work with the company, it will present near-term complications, said Cari Cossio, VP of American River International’s shipping location in Doral and president of the Florida Customs Brokers and Forwarders Association.

“That’s terrible,” Cossio said when she learned the news. “It’s going to impact us right now on the logistics end because we’re going to have to move everything around.”

Arrow is owned by MaitlinPatterson Global Advisors, a New York-based private equity fund that specializes in distressed assets, Arrow President Luis Soto told the Business Journal in April. However, Maitlin bought Arrow in July 2008 just before the market crash and the investment hadn’t performed as well as the equity fund had hoped, Soto said.

Arrow’s older fleet was hampered by fuel costs, too, Soto said in April. Still, he predicted at the time that the cargo carrier’s strong volume would lead a to a buyer.

During the first quarter, the company posted an operating loss of $4.4 million on operating revenue of $61.5 million, according to data from the U.S. Department of Transportation. That was an improvement over its $4.8 million loss on $45 million in revenue the company reported in the first quarter of 2009.

For all of 2009, Arrow posted an operating loss of $27.8 million on operating revenue of $221.8 million.

The company reported a $470,000 operating profit in 2004, the only year from 2000 on when it posted a profit.


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Noticias Brasil

O País não faz bom uso da sua infraestrutura
David Neeleman, da Azul, acredita ser fácil promover a expansão dos aeroportos existentes no Brasil.

David Neeleman, 50 anos, fundador da JetBlue nos Estados Unidos e da Azul no Brasil, vive na ponte-aérea São Paulo-Nova York. Filho de missionários mórmons, o empreendedor dos ares vai e volta dos EUA toda semana. Curiosamente, sempre "encrachatado". Ele é visto semanalmente em voos de suas concorrentes TAM ou American Airlines portando a identificação. Conhecido pelos tripulantes que operam a rota - da aeromoça aos pilotos -, sequer durante a noite de sono, na classe executiva, ele abandona o crachá.

Ao chegar para o almoço com esta colunista, no restaurante Sallvattore, o crachá continua à mostra. Por que o executivo não desgruda do acessório de plástico? "Eu gosto", limita-se a responder o empresário.

Famoso por seu déficit de atenção e português fortemente afetado pelo sotaque americano, Neeleman conta que nasceu e viveu no Brasil até os cinco anos de idade. Depois, seguindo os passos do pai mórmon, voltou para cá aos 19 anos, atuando como missionário no Nordeste. Tarefa que durou dois anos.

Fruto de um investimento de US$ 200 milhões, a Azul é a quarta empresa aérea de Neeleman. E é com ela - hoje com dois anos e meio de existência - que o empresário pretende ficar. "Estou com 50 anos e este será meu último empreendimento", anuncia. E mais: diz que a Azul já opera no azul.

A seguir, os principais trechos da entrevista.

Existe uma discussão gigantesca sobre os aeroportos no Brasil. Qual é a sua opinião sobre a atual estrutura aeroportuária brasileira?

Antes de começar com a Azul, estudei os aeroportos do Brasil e cheguei à conclusão de que o País não faz bom uso do que tem. Por causa dos outros aeroportos é que Congonhas está superlotado. Mas ainda há espaço ali para expandir, criar novos terminais e novos pátios. Quando se promove expansão em aeroportos nos EUA, a coisa é complicada. Aqui, não, porque tem espaço. O alargamento feito na Marginal Tietê é mil vezes mais difícil do que ampliar terminais aéreos.

O que emperra o processo?

Olha, não sou a favor de privatizar os aeroportos. Seria um processo muito demorado, com muitas brigas. A Infraero tem condições de fazer isso. Tem muita gente boa lá dentro. É só dar transparência ao processo e chamar pessoas de fora do Brasil para ajudar. Existem especialistas no mundo inteiro. Poderíamos ampliar o Conselho de Administração da Infraero, colocar profissionais experientes e competentes nesse tipo de coisa.

O senhor defende então um novo modelo de gestão?

Sim, temos que desburocratizar a Infraero. A Petrobrás, por exemplo, não segue a lei 8666, que engessa processos. Por que não fazer o mesmo com a Infraero, dando agilidade para a estatal? Acredito até que seja possível ter mais um terminal em Congonhas. Tudo pode ser feito em dois ou três anos. Você precisa montar uma planilha, chamar as empresas que operam este tipo de concessão e preparar a licitação.

Você acha que a Infraero teria recursos para tanto?

Ela pode lançar bonds no mercado. Para mim, é difícil ouvir que é difícil. É algo fácil e que já foi feito muitas vezes no mundo. A solução é simples, entende? Se não tivesse terreno, aí sim seria complicado. Temos um aeroporto em Vitória que já começou e parou faz cinco anos (sorri). Em Goiânia, é exatamente a mesma coisa.

Mas não há urgência no andamento?

Podemos fazer ações temporárias, como montar pátios e construir terminais provisórios. Não podemos é parar com o crescimento. O que falta em Guarulhos é pátio. Se você sabe onde o terminal novo vai ficar, podemos colocar um pátio em frente para ser utilizado provisoriamente. Aconteceu assim com o aeroporto de Long Beach. A Jet Blue (empresa que criou nos EUA) queria entrar, mas não tinha sala de espera. Montamos uma e colocamos 42 voos por dia no aeroporto. Ficamos assim por dez anos. Coisa parecida foi feita em Nova York. Por que não fazer aqui?

Você poderia explicar isso um pouco melhor?

Primeiro, temos que utilizar mais a infraestrutura que já está aí, aumentando o número de posições no estacionamento de aviões. Isto pode ser feito com uma simples pintura, identificando as aeronaves por tamanho. Depois, eu pergunto: por que não dividir os balcões de check-in por mais de uma empresa? Aí entram as instalações provisórias. Elas são parecidas com grandes contêineres metálicos e, em alguns casos, podem até ser adaptadas e usadas como fingers. Sua construção é muito rápida e terão um papel importantíssimo a cumprir na Copa e nas Olimpíadas.

Por que você é contra a privatização dos aeroportos?

Não sou o único a ser contra. O governo também não quer. São Paulo tem dois aeroportos - um na cidade e outro fora. Mas a maioria das capitais brasileiras só tem um aeroporto. Se for privatizado, o gestor poderá cobrar o que quiser. E não existirá concorrência. Nos países onde os aeroportos foram privatizados, como Argentina, México e Inglaterra, não deu certo. São os aeroportos mais caros do mundo. É importante que os custos para as empresas aéreas fiquem baixos porque mais viajantes poderão voar, novos negócios serão gerados e a economia fluirá.

Como é funcionamento do sistema americano?

Não tem nenhum aeroporto importante nos Estados Unidos que seja privatizado. E o governo federal fez uma lei para os aeroportos estaduais e municipais. Todo dinheiro que ganham deve ser reinvestido em benefício do próprio terminal aéreo.

Historicamente, o setor de aviação aérea brasileira sempre foi complicado. Por que você escolheu o Brasil para fazer uma nova companhia?

Eu nasci no Brasil, eu amo o Brasil. Esse é o meu País. Quero fazer a diferença.

A área de aviação é o setor industrial dos mais difíceis. Une a necessidade de se ter capital intensivo, é dependente de concessão, precisa de mão de obra especializadíssima e, como acontece nos hotéis, assento vago é renda perdida. Esse setor apaixona?

Existe uma fotografia tirada aqui no Brasil de quando eu fiz cinco anos. Em cima do meu bolo de aniversário havia uma aeronave. Tenho alma inovadora e oportunidades.

Acha que Congonhas poderia ter mais voos?

Congonhas está trabalhando com 30 operações por hora. Nos Estados Unidos, a média é de 71 operações por hora. Podemos utilizar melhor nossos ativos sem risco de segurança. Precisamos de mais controladores. Acredito que daqui a quatro ou cinco anos, o número de passageiros vai triplicar. E a infraestrutura tem que acompanhar todo esse processo de desenvolvimento.

Sonia Racy - O Estado de S.Paulo

terça-feira, 29 de junho de 2010

Noticias Brasil


Laguna Linhas Aéreas” a nova companhia do Brasil

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) autorizou o funcionamento jurídico da companhia Laguna Linhas Aéreas, uma das cidades de destino é Maringá.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) autorizou o funcionamento jurídico da companhia Laguna Linhas Aéreas.

A nova companhia, pretende entrar ambiciosamente no mercado, operando com 48 aeronaves e oferecendo cerca de 96 destinos em 14 estados.

Anteriormente conhecida como Laguna Taxi Aéreo, a nova empresa aérea de transporte publico e regular de passageiros terá sua sede principal em São José dos Campos/SP.

A Laguna terá uma frota composta dos modelos Fokker 100, para 118 passageiros e Fokker 50, com capacidade para 50 passageiros.

A nova empresa pretende atuar no mercado regional, oferecendo voos para as grandes cidades como Campinas, Curitiba, Salvador, Vitória, Florianópolis e etc, partindo de cidades como Londrina, Maringá, Araxá, Franca, Bauru, Limeira, entre outras.

quinta-feira, 24 de junho de 2010

AIAP Memória






Dia 20/09/1998

O Aeroporto Internacional Afonso Pena recebeu nesta data pela primeira vez o voo da Empresa Evergreen international com o equipamento B747-200 matricula N478EV procedente de SBKP desembarcando 39.027kg de carga com um total de 327 volumes.
A aeronane decolou para KMIA as 16h40.
Foto: Sérgio / Infraero

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Noticias Brasil

Setor aéreo se opõe a aeroporto privado

Companhias resistem a projeto das construtoras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez na Grande São Paulo

Temor é que modelo de gestão privada em um novo aeroporto no Estado acabe gerando escalada de tarifas

A proposta das empreiteiras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez de construir e administrar um novo aeroporto em São Paulo, apresentada ao BNDES, enfrentará resistência do setor aéreo.

A Folha apurou que as companhias aéreas temem uma escalada no valor das tarifas se for adotado um modelo de gestão privado.

O projeto das construtoras depende de mudanças no marco regulatório dos aeroportos, hoje administrados pela estatal Infraero. Para convencer o governo, as construtoras argumentam que o aeroporto ficaria pronto para a Copa de 2014.

Em conversas privadas, executivos de grandes companhias demonstraram insatisfação por nunca terem sido chamadas pelo governo a opinar sobre o modelo de concessão de aeroportos.

As companhias defendem a competição entre os aeroportos -sejam eles públicos, sejam privados. Argumentam que, mesmo sob gestão da Infraero, seria possível haver competição. Bastaria permitir a cobrança diferenciada de tarifas entre aeroportos. Hoje as empresas pagam a mesma tarifa para pousar ou decolar de qualquer local.

Procurado, o Snea (Sindicato Nacional das Empresas Aeroviárias) não quis comentar a proposta das construtoras. Por meio de sua assessoria, declarou que não defende nenhum modelo em particular. "Queremos apenas um aeroporto seguro, com condições de infraestrutura que nos garanta prestar bons serviços aos usuários."

No passado, a TAM chegou a defender o modelo privado. Depois que deixou a presidência da TAM, em 2007, Marco Bologna foi presidir a construtura WTorre com a missão de criar uma operadora de aeroportos com a participação da TAM S.A. O projeto não vingou. Bologna voltou para o grupo e hoje preside a TAM S.A.

Se aceito, o projeto das construtoras pode quebrar o plano do governo federal, que incluía a construção da segunda pista no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, distante 90 km de São Paulo, e a construção do TAV (Trem de Alta Velocidade).

O projeto do governo considera a receita que será obtida no trecho São Paulo-Campinas. Sem Viracopos, o fluxo de passageiros do trem fica mais comprometido.

A tendência é que os consórcios interessados em disputar o leilão do TAV queiram obter garantias do governo de que Viracopos de fato se tornará um aeroporto de grande porte. O projeto, previsto para o município de Caieiras, cria essa dúvida.

Área

A proposta de um aeroporto em Caieiras surpreendeu a cidade. O prefeito Roberto Hamamoto (DEM) disse que desconhece o local onde pode ser instalado o empreendimento. "Todos sabem que a topografia da cidade não é muito favorável. Um projeto desse porte implica grande movimentação de terra", diz.

A Camargo não informou a localização do eventual projeto. A empresa tem 5,5 milhões de metros quadrados para um projeto imobiliário, ainda não aprovado pela prefeitura. O terreno foi adquirido da Melhoramentos.

De acordo com o prefeito, boa parte do terreno não dispõe de escritura definitiva. O terreno ocupa 45% do território de Caieiras, entretanto ainda há discussão sobre a demarcação. "Essa área da Camargo jamais poderá ser usada como aeroporto. Não permitirei isso", diz ele.

Fonte: Mariana Barbosa E Agnaldo Brito (jornal Folha de S.Paulo)

Noticias Brasil

Estudo encomendado pelo governo é contrário a projeto em São Paulo

Estudo encomendado pelo governo à consultoria McKinsey rejeita a hipótese de construção de um novo aeroporto em São Paulo.

Segundo a pesquisa, a construção não é uma alternativa atraente, pois resultaria em maior divisão da demanda e em pior configuração econômica como centro de distribuição de voos.

Segundo a Folha apurou, essa é também a avaliação do governo. Na visão do Ministério da Defesa e da Casa Civil, a exploração de um novo aeroporto pela iniciativa privada em São Paulo neste momento abriria espaço para a canibalização de Guarulhos.

A avaliação é que o modelo está mais em linha com aeroportos menores ou em novos mercados em expansão.

O diagnóstico da McKinsey indica que 13 dos 20 principais aeroportos já têm gargalos. O caso mais crítico é o de São Paulo, que concentra cerca de 25% do tráfego total. O estudo foi financiado com recursos do BNDES.

Para resolver o descompasso em relação ao crescimento da demanda, o estudo afirma que serão necessários investimentos em infraestrutura da ordem de R$ 25 bilhões a R$ 34 bilhões ao longo dos próximos 20 anos.

Uma das conclusões é que os investimentos da Infraero estão abaixo do necessário.

Demanda

Em 2009, São Paulo registrou em Guarulhos, Congonhas e Viracopos 38,5 milhões de passageiros, com um crescimento da demanda de 8,1% em relação a 2008.

Nos cálculos da McKinsey, até 2030 a demanda em SP deve atingir 91 milhões. Na prática, é preciso ampliar a capacidade até lá com o equivalente a três aeroportos de Guarulhos. Em todo o país, a estimativa é que a demanda alcance 310 milhões de passageiros por ano até 2030.

Em 20 anos, Guarulhos deveria ter sua capacidade ampliada para ao menos 35 milhões de passageiros, e Viracopos, para 60 milhões. O estudo recomenda ainda que o governo invista no acesso ferroviário aos aeroportos.

Fonte: Janaina Lage e Plínio Fraga (jornal Folha de S.Paulo)