sexta-feira, 28 de maio de 2010

Noticias Brasil

AZUL: Empresa fará voos entre Curitiba e Maringá diariamente

A Azul Linhas Aéreas começará a operar voo entre Curitiba e Maringá, no Paraná, a partir de 7 de junho. O voo será diário e sem escalas. As passagens variam a partir de R$ 109, para viagens de ida e volta e compra com 30 dias de antecedência. De Maringá, a Azul já voa para Porto Alegre (RS) e para Campinas (SP). E, de Curitiba, a empresa faz voos para Campinas.

A companhia aérea conecta 21 destinos no país e conta com frota de 15 aeronaves Embraer 190 e Embraer 195.

Fonte: GSD / Agência Leia

Noticias Brasil

Azul investe R$ 1 bilhão na frota e planeja foco na classe C

A companhia aérea Azul vai investir até o final de 2011 cerca R$ 1 bilhão para ampliar a frota. Com o investimento o número de aviões da companhia passará de 15 para 40.Além disso a empresa vai dar foco para a classe C, com o projeto batizado de "Crédito Azul" que será lançado em junho e facilitará o pagamento das passagens aéreas em até quatro sem juros.

Os aviões da Embratur começam a chegar em junho e com eles a Azul pretende chegar a marca de 7 milhões de passageiros até 2011. Em 2009, o primeiro ano em que a companhia operou o número de passageiros foi de 2,2 milhões.

Fonte: Mercado & Eventos

Noticias Brasil

TAM tem voos extras entre Rio e Salvador, Natal e Foz do Iguaçu, e Curitiba e Salvador

A Tam Linhas Aéreas está operando, diariamente, voos extras de ida e volta em três trechos. A companhia dispõe de novas frequências ligando os aeroportos Antonio Carlos Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro, a Salvador (BA); de Natal (RN) a Foz do Iguaçu (PR); e de Curitiba a Salvador, estes com escala no Galeão.

Os voos são operados com a moderna aeronave Airbus A320, com capacidade para 174 passageiros. O voo JJ 9400 parte do aeroporto do Galeão às 07h04 e segue para o aeroporto de Salvador, onde chega às 09h05. Já o percurso inverso é realizado pelo voo JJ 9401, que decola de Salvador às 20h30 e pousa no Rio de Janeiro às 22h41.

O voo JJ 9402 parte do aeroporto de Natal às 18h30, faz escala no aeroporto do Galeão às 21h29 e segue para o aeroporto de Foz do Iguaçu, partindo às 22h42, onde chega à 00h40. O percurso inverso é realizado pelo voo JJ 9403, que decola de Foz do Iguaçu às 06h00, faz escala no Galeão às 08h05 e segue para Natal partindo às 09h12, onde chega às 12h20.

O voo JJ 9410 parte do aeroporto de Curitiba às 15h05, faz escala no aeroporto do Galeão pousando às 16h45 e segue para o aeroporto de Salvador partindo às 17h30, onde chega às 19h40. O percurso inverso é realizado pelo voo JJ 9411, que decola de Salvador às 09h43, faz escala no Galeão pousando às 11h51 e segue para Curitiba às 12h27, onde pousa às 13h50.

Fonte: Mercado & Eventos

quarta-feira, 26 de maio de 2010

INFRAERO


Seleção deixa Curitiba e multidão vai ao aeroporto Afonso Pena desejar boa sorte.
Milhares de torcedores foram ao Aeroporto Internacional Afonso Pena para se despedir e desejar boa sorte ao time do técnico Dunga que luta pelo hexa na Copa do Mundo da África do Sul

quarta-feira, 19 de maio de 2010

INFRAERO

Infraero livre de licitações para obras em aeroportos da Copa

Governo justifica exceção como uma forma para evitar atrasos

A Infraero está livre da obrigação de fazer licitações para as obras de infraestrutura dos aeroportos brasileiros, que fazem parte das exigências para a Copa do Mundo de 2014 e para a Olimpíada de 2016. Através da medida provisória (MP) 489, o governo federal concede exceções à empresa para contratação de "obras e serviços, inclusive de engenharia".

A MP permite que a Infraero contrate obras através de pregões eletrônicos, o que, pela lei 8.666, é permitido apenas para a compra de equipamentos. Além disso, o processo de contratação poderá ter suas etapas invertidas. Assim, por exemplo, a concorrência poderá começar pelo critério de menor preço, antes mesmo de ser analisada a documentação dos consórcios interessados.

Segundo a exposição de motivos da MP, o objetivo é "mitigar ao máximo os riscos de atrasos nos procedimentos licitatórios que possam impactar nas obras e serviços pertinentes à realização dos compromissos assumidos pelo país".

O benefício à Infraero faz parte da criação da Autoridade Pública Olímpica (APO), órgão formado conjuntamente por União e governos estadual e municipal do Rio de Janeiro. O consórcio tem como objetivo coordenar a participação governamental na preparação e realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016.

A MP beneficia 13 aeroportos, localizados nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Porto Alegre, Manaus, Fortaleza, Natal, Recife, Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas. Apenas esta última não será sede de jogos durante o Mundial, mas servirá de apoio à capital paulista.

A Infraero planeja gastar R$ 4,47 bilhões nas obras de infraestrutura dos 13 aeroportos. O maior beneficiado será o Aeroporto Internacional de Cumbica, em São Paulo, que deve receber investimentos de R$ 952 milhões

LANCEPRESS!

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Noticias Brasil

Caminhos para o setor aéreo

David Neeleman - O Estado de S.Paulo

A mídia brasileira vem dedicando muita atenção à necessidade de investimentos nos aeroportos brasileiros, relacionando-os aos grandes eventos esportivos que acontecerão no País. Ainda assim, o tema não vem sendo discutido com a profundidade que merece.

Deve-se lembrar que esses investimentos não precisam ser feitos com recursos públicos, tampouco é essencial a privatização ou a concessão dos aeroportos para a obtenção de capital. Os recursos gerados pela própria indústria do transporte aéreo são totalmente suficientes para custear os investimentos. Basta que seja permitido aos administradores dos aeroportos que emitam títulos de crédito para levantar recursos para os investimentos, com pagamento garantido pelas receitas das tarifas de embarque cobradas dos passageiros, ou das tarifas de pouso e de permanência cobradas dos operadores aéreos. Nos Estados Unidos as prefeituras que administram os aeroportos podem emitir títulos que pagam entre 3% e 4% de juros ao ano, sobre os quais não incide Imposto de Renda, fazendo deles ativos interessantes para muitas instituições financeiras.

Depois é preciso considerar que não são necessários investimentos para atender à Copa de 2014 ou à Olimpíada ? os investimentos são necessários para permitir o contínuo crescimento do transporte aéreo, que avança à razão de 14% ao ano. Muito mais importante do que atender aos turistas estrangeiros por um curto período de um mês é atender a toda a população brasileira pelos próximos 10 anos, quando estimamos que o número de passageiros domésticos transportados por ano passará dos atuais 55 milhões para 150 milhões. Esse é o real desafio. A fórmula para enfrentá-lo baseia-se em três etapas.

Primeiramente, no curtíssimo prazo, é essencial utilizar melhor a infraestrutura que já está disponível. Em vários aeroportos do País é possível aumentar o número de posições de estacionamento de aviões simplesmente mudando o padrão de pintura dos pátios, levando em conta os diferentes tamanhos dos aviões. Em muitos deles a pintura é feita considerando-se somente os grandes aviões intercontinentais, que têm envergadura muito maior. Em terminais de outros países é normal que existam pinturas sobrepostas, para aviões maiores ou menores, com sinalização diferenciada. Outras medidas simples são o compartilhamento de balcões de check-in por mais de uma empresa e um aumento no número de ônibus que atende aos aviões que param em posições remotas.

A etapa seguinte, a médio prazo, é a construção de instalações provisórias. Elas são parecidas com grandes contêineres metálicos, e em alguns casos podem até ser adaptadas para o uso de fingers. Podem ser construídas muito rapidamente, e terão um papel importantíssimo a cumprir na Copa e na Olimpíada.

A última etapa, mais a longo prazo, é a construção de novos pátios de estacionamento, saídas rápidas de pista, terminais de passageiros e pistas de pouso, bem como das instalações complementares como estacionamentos e terminais de integração com os outros modos de transporte, em especial ônibus intermunicipais.

É fundamental, ainda, que seja revisto o modelo de governança corporativa dos administradores aeroportuários, e em especial da Infraero. A Lei n.º 8.666 impõe à estatal uma série de obrigações e exigências que estão em total desalinho com a rapidez de decisões que a aviação exige. Testemunhamos decisões simples, como a concorrência pública para permitir a mudança do administrador de um estacionamento, ter seu resultado suspenso por mais de seis meses, por meio de liminar da Justiça, causando enormes transtornos aos clientes das empresas aéreas.

Além disso, como a história recente da própria Infraero demonstra, todo o rigor legal não impediu que casos gravíssimos de corrupção surgissem no seio da empresa. Esses casos vêm sendo enfrentados com uma receita muito eficiente: administradores profissionais, recrutados nos quadros da empresa, e lideranças comprometidas com resultados e com a transparência de seus atos.

Esse parece ser o melhor caminho para os administradores aeroportuários públicos no Brasil, sejam eles federais, estaduais ou municipais: levar as decisões mais complexas, que envolvem maiores investimentos, a um conselho de notáveis, recrutados principalmente entre a comunidade empresarial do Brasil.

Um aeroporto é um equipamento público muito importante, que gera milhares de empregos e milhões de reais em receitas e impostos, e precisa ser pensado de forma empresarial, voltada para o atendimento do interesse público, e não para gerar lucro para administradoras privadas. E, é claro, temos as crescentes dificuldades de acessibilidade aérea à cidade de São Paulo ? mas isso é matéria para outro artigo.

FUNDADOR DA AZUL LINHAS AÉREAS

sábado, 15 de maio de 2010

INFRAERO


Infraero assina termo de cooperação para obras no Aeroporto de Guarulhos

Murilo Marques e o General Avena assinam acordo de cooperação

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, e o Chefe de Departamento de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro, General Ítalo Fortes Avena, assinaram um termo de cooperação para obras Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

O projeto prevê implantação, ampliação, revitalização e adequação do sistema de pistas do aeroporto. Nesta primeira etapa serão investidos R$ 43,7 milhões. A previsão é que as obras durem 13 meses.

Para o General, este é um dia histórico para a engenharia militar brasileira. "Esta obra é de suma importância para a aviação e hoje comemoramos uma parceria de grande porte com a Infraero", disse.

Segundo o presidente da Infraero, a retomada da obra é uma etapa importante que foi vencida. "Guarulhos é o principal aeroporto do Brasil e a necessidade em dar continuidades às obras era prioridade", declarou. As obras estavam paradas desde março de 2008, em decorrência de um litígio judicial.

Os investimentos previstos para o pacote completo do sistema de pátios e pistas chegam a R$ 232,5 milhões, com previsão de término em janeiro de 2012.