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terça-feira, 17 de agosto de 2010

INFRAERO


Obras no Aeroporto do Galeão estão em ritmo avançado

As obras no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antonio Carlos Jobim estão em ritmo avançado. Iniciados em 2008, os serviços compreendem a reforma e ampliação do Terminal de Passageiros 1 e de conclusão do Terminal de Passageiros 2. Com estes trabalhos, o Galeão será capaz de atender à demanda projetada para os próximos anos, incluindo o aumento gerado pela Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Algumas obras, como a dos setores de embarque A, B e C do Terminal 1, foram entregues entre janeiro e julho de 2010. As reformas incluíram troca do forro e das luminárias, instalação do granito das colunas, nova sinalização vertical, entre outras melhorias. Também foram instalados alimentadores de energia para carregadores de celulares e notebooks, oferecendo mais conforto e eficiência às novas instalações. Com área de 12.400 m², o setor de embarque internacional C, que estava fechado desde 2003, reabriu em 20/1. As obras de revitalização e modernização da área, iniciadas em outubro de 2009, foram orçadas em R$ 4,9 milhões.

Em 6/6/2010, foi reaberto o Setor B, que possui área de 13.500 m². O local também foi equipado com quatro cabines duplas para o serviço de emigração, três canais de inspeção e 1.984 assentos. A área, fechada em janeiro para reforma, foi aberta como embarque doméstico em abril e fechou novamente em 24/6 para receber adaptações que permitiram o setor voltar a operar como embarque internacional. A reforma foi orçada em R$ 4,1 milhões.

O embarque doméstico do Setor A foi totalmente modernizado. As obras foram iniciadas em 6/4/2010 e finalizadas em 24/6, com investimentos de R$ 4,68 milhões. A área tem 15 mil m² e possui cinco canais de inspeção. A reforma incluiu também a disponibilização de 1.436 assentos, entre outras ações.

Dentre as melhorias já realizadas pela Infraero no aeroporto, estão a reforma e modernização do Sistema Informativo de Voo nos dois Terminais de Passageiros, polimento do piso de granito, forro mineral (teto rebaixado), troca do piso plurigoma (emborrachado preto), troca do piso vinílico ("paviflex"), substituição das paredes de fórmica, revestimento das colunas (pintadas de branco) por granito, reforma de 44 sanitários, testeiras internas e externas e a recuperação das fachadas do Terminal de Passageiros 1.

Até o final deste ano, serão concluídas melhorias como a substituição do forro pelo tipo Baffle (e luminárias), reforma do antigo Terminal de Carga para Terminal de Exportação e aquisição de cinco esteiras de bagagem no desembarque internacional do Terminal 1.

Melhorias para os próximos anos

Para 2011, está programado o término da substituição de todos os 60 elevadores dos dois Terminais de Passageiros e demais instalações do aeroporto. Além disso, outros serviços sendo executados no Galeão são a recuperação de pistas e pátios do sistema 15/33, a adequação do sistema de pistas e pátios para operação do A380 e a reforma do sistema de luzes de aproximação.

O Terminal 2 passa por obra de conclusão que compreende a instalação de equipamentos e a execução dos acabamentos em cerca de 50% do prédio, conforme projeto original. O término está programado para 2011.

A reforma total do Terminal de Passageiros 1 está em andamento desde 2008 e a entrega da obra está prevista para setembro de 2012. Serão substituídos os acabamentos e renovados equipamentos, instalações e sistemas. Também será redefinido o uso das áreas para aumentar a capacidade e o conforto do Terminal e para garantir melhores condições operacionais e de segurança.

O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro conta com a maior pista de pouso e decolagem do Brasil, com 4.000m x 45m, assim como um dos maiores, mais modernos e bem equipados Terminais de Logística de Carga do continente. O Galeão está ligado a mais de 27 localidades nacionais e 23 destinos internacionais. Possui dois sistemas de pistas com operações simultâneas de pousos e decolagens. São 154 balcões de check-in, 16 esteiras de restituição de bagagens e 16 esteiras de check-in, 38 pontes de embarque e 24 posições remotas. Ao todo, 20 empresas aéreas prestam serviços nos dois Terminais, atendendo a um movimento diário de 32 mil passageiros.

Assessoria de Imprensa - Infraero
imprensa@infraero.gov.br

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Noticias Brasil


Algumas reflexões sobre o nosso Galeão

A questão aeroportuária brasileira volta a ordem do dia. O Aeroporto do Galeão será o grande portão de entrada do país e estará pronto por obrigação nacionalista não apenas para a Copa com também para as Olimpíadas.
Por Adm. Vinicius Costa Formiga Cavaco

A questão aeroportuária brasileira volta a ordem do dia. O Aeroporto do Galeão será o grande portão de entrada do país e estará pronto por obrigação nacionalista não apenas para a Copa com também para as Olimpíadas.

Não se trata de uma previsão ou aposta otimista, mas é porque não há como ser diferente. Nas obras de recuperação, os técnicos das empreiteiras contratadas estão surpresos com a qualidade da estrutura física do terminal. Foi uma obra construída para durar, quando o dinheiro público era respeitado e o construtor era duramente fiscalizado.

O Galeão construído na época da antiga Arsa (Aeroporto do Rio de Janeiro S/A), foi feito dentro de uma relação de absoluta idoneidade entre a empresa de construção e o cliente público. Uma grande obra de concreto, premiada internacionalmente e feita para durar. A relação promíscua entre o contratado e contratante nas décadas seguintes fizeram do Brasil um canteiro de obras e de estradas solúveis, apodrecidas precocemente por um sistema corrupto que não zelava pela qualidade do patrimônio público.

Durante a construção do Galeão, se agrados existiram por parte dos construtores, eram pequenos excessos de relações públicas, nada comparado ao que ocorreu nos últimos anos.

O sistema aeroportuário brasileiro esteve durante décadas nas mãos de espartana gestão militar. A Infraero nasceu com este espírito e retornou às suas origens com uma exemplar despolitização dos seus cargos, que reservou apenas 12 funções de assessoria para não-funcionários. Até as diretorias ligadas a atividade fim são obrigatoriamente ocupadas por funcionários de carreira.

Mas o que tudo isso tem haver com o futuro do Galeão? Tudo! A recuperação tem uma dupla base sólida. Uma é a existência de uma colossal estrutura física que forma o complexo dos dois terminais, com as bases já prontas para receber mais dois. O sistema de esgoto, abastecimento e de infraestrutura elétrica foi feita para o projeto completo. Não evaporou para cobrir comissões.

Além de uma intervenção cosmética, sistemas mecânicos, com os de ar-condicionado, colapsaram pelo peso dos anos. Faltou força para atualizá-los, principalmente na era dos aeroshoppings.

Um Galeão novo vai surgir e neste caso surge o novo ingrediente: a gestão realizada por técnicos que fizeram a sua vida no dia a dia aeroportuário.

A despolitização da Infraero foi um dos maiores acertos da gestão do ministro da Defesa Nelson Jobim. Um legado que deveria ser aplicado em outras estatais.

Os funcionários de carreira da Infraero são o grande ativo da empresa. Existem hoje na ativa pelo menos duas gerações que foram criadas em um regime de austeridade e respeito à infraestrutura aeroportuária.

Quando a Infraero se transforma na Geni, em que todos jogam pedra, esconde-se um interesse de negociatas e empreiteiras. O Galeão é a maior área urbana do Rio. Não é apenas um terminal de passageiros, mas um latifúndio que envolve um possível pólo industrial. Os interesses na privatização do aeroporto do Rio são revelados pela agressividade da mídia e de como alguns colunistas e veículos se colocam a serviço deste jogo imobiliário.

Neste tiroteio, os funcionários da Infraero mantém a máquina funcionando e a empresa faz o seu dever de casa. A solução dos problemas existentes não são mais varridos para baixo do tapete. Neste contexto, a empresa tem a sorte de ser comandada por um carioca, Murilo Marques Barboza, que sabe da missão histórica que lhe foi confiada.

Teremos um Aeroporto Internacional do Galeão Maestro Antonio Carlos Jobim pronto para receber os visitantes da Copa e das Olimpíadas. Precisamos confiar na estrutura pré-existente e em uma equipe de funcionários que sabem da sua missão. Não devemos é deixar contaminar os ouvidos e as idéias com o choro de parte da imprensa que se coloca a serviço de interesses inconfessáveis.

Cláudio Magnavita, Presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), membro do Conselho Nacional de Turismo e Presidente da Aver.

sábado, 10 de abril de 2010

INFRAERO


Infraero entregou novo Setor B do Galeão totalmente revitalizado

A Infraero entregou na terça-feira (6) mais uma etapa das obras de revitalização do Terminal de Passageiros 1 do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão-Antonio Carlos Jobim, cumprindo, dessa forma, o cronograma de obras previsto para o aeroporto. O novo Setor B – antigo Setor Azul – foi entregue aos passageiros para embarque doméstico, após conclusão das obras de modernização que iniciaram em janeiro de 2010 e custaram R$5,47 milhões.

O Setor B compreende uma área de quatro mil m² e possui seis canais de inspeção de passageiros. As obras incluíram nova sinalização vertical, reforma dos banheiros, troca do forro e luminárias, instalação de granito nas colunas, 496 novos assentos, 12 alimentadores de energia (cada um com seis tomadas) distribuídos pelo salão, entre outras melhorias.

Reforma do Setor A

Também a partir da terça-feira, o embarque doméstico do Setor A – antigo Setor Verde - entrou em obras de reforma com término previsto para 30 de junho de 2010. As obras de revitalização do Terminal 1 e de conclusão do Terminal 2 tiveram início em 2008 e, após o término, cada terminal terá capacidade de processar até 10 milhões de passageiros ao ano.

“Estas obras são fundamentais para o bom funcionamento do Galeão e o conforto de quem utiliza o aeroporto. Todas estas melhorias garantirão a qualidade do atendimento aos usuários”, finaliza o superintendente do Aeroporto Tom Jobim, André Luis Marques de Barros.

Fonte e fotos: Assessoria de Imprensa – Infraero

quarta-feira, 7 de abril de 2010

INFRAERO


Infraero entrega mais uma modernização no Galeão

Estatal está revitalizando o Terminal 1
(Da assessoria da Infraero) - A administração do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, entrega hoje, dia 6 de abril, mais uma etapa das obras de revitalização do Terminal de Passageiros 1, cumprindo o cronograma de obras da Infraero para o aeroporto.

O novo Setor B (antigo Setor Azul) estará aberto aos passageiros para embarque doméstico, após conclusão das obras de modernização que iniciaram em janeiro de 2010 e custaram R$ 5,47 milhões.

O Setor B compreende uma área de 4 mil m² e contará com seis canais de inspeção de passageiros. As obras incluíram nova sinalização vertical, reforma dos banheiros, troca do forro e luminárias, instalação de granito nas colunas, 496 novos assentos, 12 alimentadores de energia (cada um com seis tomadas) distribuídos pelo salão, entre outras melhorias.

Também a partir desta terça-feira, o embarque doméstico do Setor A (antigo Setor Verde) entra em obras de reforma com término previsto para 30 de junho de 2010. As obras de revitalização do Terminal 1 e de conclusão do Terminal 2 tiveram início em 2008 e, após o término, cada terminal terá capacidade de processar até 10 milhões de passageiros ao ano.

Confira abaixo algumas obras realizadas:

-Reforma e modernização do Sistema Informativo de Voo (nos dois terminais de passageiros): concluída em maio/09;
-Polimento do piso de granito: concluído em junho/09;
-Forro mineral (teto rebaixado): concluído em junho/09;
-Troca do piso plurigoma (emborrachado preto): concluído em junho/09;
-Troca do piso vinílico ("paviflex"): concluído em junho/09;
-Substituição das paredes de fórmica: concluído em agosto/09;
-Revestimento das colunas (pintadas de branco) por granito: concluído em setembro/09;
-44 sanitários reformados: concluído em outubro/09;
-Reforma do embarque do setor C: concluída em janeiro/10;
-Testeiras internas e externas: concluída em janeiro/2010;

Algumas obras em andamento:

-Recuperação das fachadas do terminal de passageiros 1: início em julho/2009 e término previsto para abril/2010;
-Substituição de todos os 60 elevadores (dos dois terminais de passageiros e demais instalações do aeroporto): a troca dos oito primeiros elevadores iniciou em agosto/2009 entrando em operação em janeiro de 2010. A conclusão final de todos os 60 elevadores está prevista para agosto/2011;
-Substituição do Forro por Forro Baffle (e luminárias): iniciada em setembro/09 e previsão de término para novembro/2010;
-Reforma do antigo terminal de carga para terminal de exportação: início da obra em janeiro/10 e previsão de término para dezembro/10;
-Reforma do embarque setor A: início em 06/abril/10 e término previsto para 30 de junho de 2010;
-Aquisição de cinco esteiras de bagagem no desembarque internacional do terminal 1: previsto para 30 de agosto de 2010.

FONTE: Aviação Paulista

terça-feira, 6 de abril de 2010

INFRAERO


Infraero entrega mais uma etapa da modernização do Galeão

A Administração do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão – Antonio Carlos Jobim entrega nesta terça-feira (06/04), mais uma etapa das obras de revitalização do Terminal de Passageiros 1, cumprindo o cronograma de obras da Infraero para o aeroporto. O novo Setor B – antigo Setor Azul – estará aberto aos passageiros para embarque doméstico, após conclusão das obras de modernização que iniciaram em janeiro de 2010 e custaram R$5,47 milhões.

O Setor B compreende uma área de 4 mil metros quadrados e contará com seis canais de inspeção de passageiros. As obras incluíram nova sinalização vertical, reforma dos banheiros, troca do forro e luminárias, instalação de granito nas colunas, 496 novos assentos, 12 alimentadores de energia (cada um com seis tomadas) distribuídos pelo salão, entre outras melhorias.

Setor A entra em reforma

Também a partir desta terça-feira, o embarque doméstico do Setor A – antigo Setor Verde - entra em obras de reforma com término previsto para 30 de junho de 2010. As obras de revitalização do Terminal 1 e de conclusão do Terminal 2 tiveram início em 2008 e, após o término, cada terminal terá capacidade de processar até 10 milhões de passageiros ao ano.

Fonte: Mercado &@ Eventos

quarta-feira, 31 de março de 2010

Artigo

O Custo Brasil de um Aeroporto

A experiência é com o aeroporto do Galeão, o quarto do Brasil, logo atrás de Guarulhos, Congonhas e Brasília, que está em obras para a Copa e as Olimpíadas. Mas é provavelmente a mesma para todos os grandes aeroportos.

Quase cinqüenta banheiros já foram reformados. Mas todo fim de semana a Infraero tem que repor cerca de 100 peças novas. Torneiras roubadas, vasos quebrados, e até espelhos desaparecidos. Cada criança e adolescente pedinte, que consegue entrar no saguão ou ficar na calçada, faz cerca de 70 reais por quatro horas de trabalho.

Ganha provavelmente mais e trabalha provavelmente menos, do que seus pais se forem trabalhadores de carteira assinada. Os taxistas em vez de irem ao banheiro, pela pressa e comodidade não raramente usam as paredes e cantos.

Estes são pequenos exemplos, mas somem todos, multipliquem e terão uma idéia dos aumentados custos de limpeza, segurança e manutenção de um aeroporto. Este é um dos aspectos do que se denomina custo brasil.

Custo Brasil é uma expressão tipo slogan que inventaram para significar o custo adicional que o Brasil tem no cenário da competição global, e que não deveria ter. Daí o custo Brasil como lentidão da justiça. O custo Brasil como burocratização. O custo Brasil como sobrecarga na folha de pagamento. E por aí vamos. O que está por detrás deste custo Brasil dos aeroportos? E como evitá-lo?

Trata-se de um custo de falta de educação do exercício da cidadania. Não é um custo de falta de educação para o exercício de uma profissão, ou de uma qualificação técnica. É outro custo de educação, que não se aprende na escola. Mas poderia aprender.

Como se comportar diante do patrimônio público? Como se responsabilizar, como ser controlado? Como conviver na coletividade? Não se nasce sabendo. Mais do que educação é um processo positivo de socialização. Mas isto se aprende também. Basta lembrar que na China, antes da Olimpíada o governo fez campanha para mudar o hábito milenar das pessoas cuspirem no chão. Lá, hábito. Cá, falta de educação.

Administrar um aeroporto, segundo Willer Furtado, superintendente da Infraero, é administrar não apenas, no Galeão por exemplo, cerca de mil funcionários, mas administrar uma comunidade de cerca de 26 mil pessoas.

E como em toda a comunidade, problemas de educação surgem também. Em geral só se fala dos milhões que necessitam para completar obras. As obras vão estar prontas, tudo indica. Já a educação, não sei. O Brasil é um país curioso.

É capaz de ter sofisticadas disciplinas obrigatórias para o primeiro grau e ensino médio como arte e sociologia, mas na escola não se ensina, ou se ensina apenas excepcionalmente, cidadania, direitos, deveres, comportamento.

Acresça ainda outro fator lembrado pelo superintendente. Nos últimos anos uma nova classe social, de menor rendimento, teve felizmente acesso ao transporte aéreo. O que é muito positivo. Mas não tem a menor idéia do que seja check-in ou gate.

A maioria do quotidiano de um aeroporto é em inglês. E será mais ainda nas Olimpíadas. Não é por menos que na Coréia, os operários são alfabetizados nas duas línguas há décadas: inglês e coreano. Não é questão de desnacionalização. É questão de nacionalização no global.

Este descomportamento perceptível na comunidade de um aeroporto não é um comportamento mal educado, nem é natural do brasileiro, nem destino inevitável. É típico de um país onde a ascensão social está acelerada.

A família de ontem tem menos renda e menos educação do que a família de amanhã. Não pode transmitir o que não tem. Quem tem que fazê-lo e rápido é o governo e a sociedade civil organizada, no caso, as cooperativas de taxi, as companhias aéreas, os proprietários lojistas, a prefeitura, pois nem só de segurança vive um aeroporto ou um país.

Enviado por Joaquim Falcão

sábado, 27 de março de 2010

INFRAERO


Infraero quer Aeroporto Tom Jobim com 20 milhões de passageiros/ano
Cidade-sede da final da Copa do Mundo de 2014 e da disputa dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio montou um planejamento ambicioso num dos quesitos mais deficientes na avaliação dos observadores internacionais: a estrutura aeroportuária.

Principal porta de entrada da cidade, o aeroporto Antônio Carlos Jobim (Galeão) passará por reformas nos próximos dois anos para permitir a circulação anual de 20 milhões de passageiros até o fim de 2012.

No ano passado, o aeroporto internacional do Rio recebeu cerca de 11 milhões de usuários, um pouco mais da metade do previsto no plano de expansão, que irá aumentar a sua área construída em cerca de 63 mil metros quadrados.

Atualmente, o terminal que recebe mais pessoas no país é o de Guarulhos, na Grande São Paulo, que, em 2009, foi via de passagem para 22 milhões de pessoas. O Tom Jobim é apenas o quarto da lista.

Estamos trabalhando, não só para esses dois eventos (Copa e Olimpíada), como para a demanda da sociedade. O Galeão é um aeroporto privilegiado, com uma planta capaz de receber até 50 milhões de passageiros por ano, se fosse usado plenamente, o que no momento não é possível – afirmou o superintendente regional da Infraero no Rio, Willer Furtado, que apresentou dossiê sobre a administração dos aeroportos do estado quarta-feira, na Associação Comercial do Rio de Janeiro).

O Brasil não está cabendo mais dentro do próprio Brasil e isso tem demandado demais dos aeroportos – reforçou o 2º vice-presidente da Associação Comercial do Rio, Joaquim Falcão.

Hotel no Tom Jobim

As melhorias não devem parar no crescimento do campo de aviação. Segundo Willer, a Infraero também dará início a um processo licitatório para a construção de um novo hotel no Tom Jobim, que hoje conta apenas com um um pequeno estabelecimento de 62 cômodos. A previsão é de que fique pronto até a Copa de 2014.

Vamos acelerar o processo para que as obras comecem em até seis meses. O hotel seria na entrada do aeroporto, mas ainda não posso determinar o tamanho e o número de quartos – disse o superintendente.

Sobre os recorrentes problemas operacionais, Willer garantiu que a Infraero “vem fazendo de tudo” para melhorar as coisas no Tom Jobim. E frisou que isso também depende de outras entidades e governos.

Garagem subterrânea

Segundo maior terminal do Rio, o Santos Dumont também ganhará melhorias. Segundo Willer Furtado, está em estudo a ideia de construir uma garagem subterrânea no local, que opera a ponte aérea Rio-São Paulo. O projeto está em fase de estudos de impacto ambiental.

Atraso pode afetar a Copa das Confederações

Membro da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, o deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) criticou as obras que estão em andamento no Galeão. Segundo ele, os prazos são estipulados com vistas à Copa do Mundo de 2014, e isso pode atrapalhar a Copa das Confederações, qua será disputada em 2013.

Vamos insistir para que tudo esteja pronto para a Copa das Confederações de 2013, pois existe uma exigência da Fifa para que a cidade já esteja padronizada para a Copa do Mundo – disse Leite.

No último mês, o presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, criticou o andamento dos investimentos nos aeroportos brasileiros, tendo em vista a Copa do Mundo.

Há um risco crescente no radar da Copa do Mundo de 2014 – afirmou na ocasião.

Responsável pelo evento que a cidade receberá dois anos depois da Copa, o Comitê Rio 2016 também acredita no empenho do governo em cumprir as metas estabelecidas no dossiê olímpico.

O aumento da capacidade, a modernização das pistas e dos terminais e outras obras de infraestrutura são compromissos do Dossiê de Candidatura – informou o comitê, por meio de sua assessoria.

Troca de comandos

Segundo o deputado Otévio Leite, o terminal 1 do Tom Jobim ainda passa pelo processo de revitalização, enquanto o terminal 2 (inaugurado em 1999) está parcialmente fechado para obras de reestruturação.

Em 2008, nossa comissão aprovou as obras no Tom Jobim, só que o cronograma não foi cumprido. O terminal 1 já deveria ter sido finalizado e o 2, estar entrando em fase final – criticou Otávio.

Para o deputado, o atraso foi provocado pelas constantes trocas na administração da Infraero e da superintendência do Galeão. Apesar da lentidão no cumprimento do cronograma, Leite reconheceu que há qualidade nas obras no setor 1.

Fizemos uma vistoria há três meses e constatamos que as obras no setor foram produtivas até aqui, apesar de lentas.

As críticas do político não foram aceitas por Willer Furtado. Segundo o superintendente regional da Infraero, ambas as obras estão dentro do cronograma previsto para o projeto

sexta-feira, 26 de março de 2010

INFRAERO


Redução do tempo de Check-in no Aeroporto do Rio de Janeiro

O Aeroporto Internacional do Galeão (GIG) anuncia a chegada dos quiosques de autoatendimento que vão acelerar o tempo de check-in em 25% - reduzindo essa etapa da viagem para um período de 30 segundos, o que beneficia cerca de 11 milhões de passageiros que circulam pelo local.

A tecnologia oferecida pelos 12 novos quiosques de autoserviço para uso comum (Common Use Self Service, sigla CUSS) é fornecida pela SITA, empresa de comunicação e soluções de TI para transporte aéreo.

O projeto faz parte da preparação para o aumento de 75% no tráfego de passageiros esperado durante a Copa do Mundo de 2014.

O acordo de cinco anos entre a SITA e o GIG CUTE CLUB, organização de 16 companhias aéreas que operam no Galeão, também inclui a AirportConnect SITA Open, uma plataforma de uso comum que gere mais de 130 estações em todo o aeroporto.

Norbert Steiger, vice-presidente da SITA para América Latina e Caribe, explica que as companhias aéreas estão se preparando para o aumento do tráfego de passageiros esperado, no Rio, para a Copa do Mundo em 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

"Os quiosques são também uma resposta aos desejos dos passageiros, com a oferta de mais opções de autoserviço", afirma.

Ainda segundo ele, uma pesquisa realizada, em 2009, pela SITA sobre o autoatendimento confirmou essa necessidade. Os resultados relataram que 75% dos passageiros são favoráveis à utilização de quiosques para check-in no futuro.

"Assim, as companhias aéreas podem esperar o uso elevado dos quiosques da SITA, no Galeão", complementa.

A questão ambiental também está presente no projeto. Os quiosques da SITA possuem a menor porção de carbono na indústria. Eles pesam apenas 70 kg cada e duas unidades cabem no espaço necessário para um quiosque convencional.

Os quiosques também são equipados com scanners para passaporte e documento, permitindo uma rápida coleta de informações sobre passageiros e dados de autorização de serviço de validação de visto. Os quiosques já estão em uso em mais de 14 aeroportos em todo o mundo

fonte: Diário do Turismo

quinta-feira, 25 de março de 2010

INFRAERO


Infraero quer Aeroporto Tom Jobim com 20 milhões de passageiros/ano

RIO - Cidade-sede da final da Copa do Mundo de 2014 e da disputa dos Jogos Olímpicos de 2016, o Rio montou um planejamento ambicioso num dos quesitos mais deficientes na avaliação dos observadores internacionais: a estrutura aeroportuária. Principal porta de entrada da cidade, o aeroporto Antônio Carlos Jobim (Galeão) passará por reformas nos próximos dois anos para permitir a circulação anual de 20 milhões de passageiros até o fim de 2012. No ano passado, o aeroporto internacional do Rio recebeu cerca de 11 milhões de usuários, um pouco mais da metade do previsto no plano de expansão, que irá aumentar a sua área construída em cerca de 63 mil metros quadrados.

Atualmente, o terminal que recebe mais pessoas no país é o de Guarulhos, na Grande São Paulo, que, em 2009, foi via de passagem para 22 milhões de pessoas. O Tom Jobim é apenas o quarto da lista.

– Estamos trabalhando, não só para esses dois eventos (Copa e Olimpíada), como para a demanda da sociedade. O Galeão é um aeroporto privilegiado, com uma planta capaz de receber até 50 milhões de passageiros por ano, se fosse usado plenamente, o que no momento não é possível – afirmou o superintendente regional da Infraero no Rio, Willer Furtado, que apresentou dossiê sobre a administração dos aeroportos do estado quarta-feira, na Associação Comercial do Rio de Janeiro).

– O Brasil não está cabendo mais dentro do próprio Brasil e isso tem demandado demais dos aeroportos – reforçou o 2º vice-presidente da Associação Comercial do Rio, Joaquim Falcão.

Hotel no Tom Jobim

As melhorias não devem parar no crescimento do campo de aviação. Segundo Willer, a Infraero também dará início a um processo de licitatório para a construção de um novo hotel no Tom Jobim, que hoje conta apenas com um um pequeno estabelecimento de 62 cômodos. A previsão é de que fique pronto até a Copa de 2014.

– Vamos acelerar o processo para que as obras comecem em até seis meses. O hotel seria na entrada do aeroporto, mas ainda não posso determinar o tamanho e o número de quartos – disse o superintendente.

Sobre os recorrentes problemas operacionais, Willer garantiu que a Infraero “vem fazendo de tudo” para melhorar as coisas no Tom Jobim. E frisou que isso também depende de outras entidades e governos.

Garagem subterrânea

Segundo maior terminal do Rio, o Santos Dumont também ganhará melhorias. Segundo Willer Furtado, está em estudo a ideia de construir uma garagem subterrânea no local, que opera a ponte aérea Rio-São Paulo. O projeto está em fase de estudos de impacto ambiental.

Atraso pode afetar a Copa das Confederações

Membro da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, o deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ) criticou as obras que estão em andamento no Galeão. Segundo ele, os prazos são estipulados com vistas à Copa do Mundo de 2014, e isso pode atrapalhar a Copa das Confederações, qua será disputada em 2013.

– Vamos insistir para que tudo esteja pronto para a Copa das Confederações de 2013, pois existe uma exigência da Fifa para que a cidade já esteja padronizada para a Copa do Mundo – disse Leite.

No último mês, o presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, criticou o andamento dos investimentos nos aeroportos brasileiros, tendo em vista a Copa do Mundo.

– Há um risco crescente no radar da Copa do Mundo de 2014 – afirmou na ocasião.

Responsável pelo evento que a cidade receberá dois anos depois da Copa, o Comitê Rio 2016 também acredita no empenho do governo em cumprir as metas estabelecidas no dossiê olímpico.

– O aumento da capacidade, a modernização das pistas e dos terminais e outras obras de infraestrutura são compromissos do Dossiê de Candidatura – informou o comitê, por meio de sua assessoria.

Troca de comandos

Segundo o deputado Otévio Leite, o terminal 1 do Tom Jobim ainda passa pelo processo de revitalização, enquanto o terminal 2 (inaugurado em 1999) está parcialmente fechado para obras de reestruturação.

– Em 2008, nossa comissão aprovou as obras no Tom Jobim, só que o cronograma não foi cumprido. O terminal 1 já deveria ter sido finalizado e o 2, estar entrando em fase final – criticou Otávio.

Para o deputado, o atraso foi provocado pelas constantes trocas na administração da Infraero e da superintendência do Galeão. Apesar da lentidão no cumprimento do cronograma, Leite reconheceu que há qualidade nas obras no setor 1.

– Fizemos uma vistoria há três meses e constatamos que as obras no setor foram produtivas até aqui, apesar de lentas.

As críticas do político não foram aceitas por Willer Furtado. Segundo o superintendente regional da Infraero, ambas as obras estão dentro do cronograma previsto para o projeto.

Jornal do Brasil