sexta-feira, 30 de abril de 2010

INFRAERO


Presidente da Infraero visita obras da nova Torre de Controle de Congonhas (SP)

O presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza, visitou na última segunda-feira as obras de construção da nova Torre de Controle do Aeroporto de São Paulo/Congonhas. “Fiquei satisfeito com o progresso do trabalho, que está dentro do cronograma previsto”, afirmou Murilo.

A nova Torre de Controle do Aeroporto de Congonhas já tem 70% das suas obras estruturais concluídas. Com 40 metros de altura, o edifício possuirá nove andares e contará com uma cabine de 12,7m de diâmetro, que proporcionará maior espaço para a instalação de equipamentos e mais conforto aos controladores. A obra, um investimento de R$ 11 milhões, foi iniciada em julho de 2009 e está prevista para ser concluída no final de 2010, quando deverá ser entregue à Aeronáutica para o início das operações.

A visita do presidente foi acompanhada pelo assessor especial da Presidência, Marcos Tonelli Munhoz, pelo superintendente da Regional São Paulo, Antonio Filipe Bergmann, pelo superintendente do Aeroporto de Congonhas, Carlos Haroldo Novak, e pela equipe da Gerência de Obras.

jornal de turismo

INFRAERO


Deputado Flávio Dino elogia Infraero

Na tarde desta quinta-feira (29/4), o deputado federal Flávio Dino (PCdoB/MA) fez um pronunciamento na Câmara dos Deputados onde elogiou o trabalho desenvolvido pela Infraero na manutenção e modernização dos aeroportos brasileiros. "Acredito que a infraestrutura aeroportuária está em boas mãos, pois a Infraero tem investido de forma sistemática na ampliação e modernização dos nossos aeroportos.

O parlamentar destacou também o trabalho desenvolvido pela atual gestão da empresa - presidida pelo engenheiro Murilo Marques Barboza. "Queremos cumprimentar a atual Diretoria da Infraero, toda os seus membros, todo o seu corpo técnico e gerencial, na pessoa de seu Presidente, o competente, dedicado e probo Dr. Murilo Marques Barboza", disse o deputado.

Confira o discurso na íntegra:

"Sr. Presidente, senhoras e senhores, apesar do impacto da crise financeira mundial no desempenho da economia nos dois anos que se passaram, o Brasil tem crescido de forma sustentada nos últimos tempos.

A aviação comercial, um dos setores mais sensíveis a esse crescimento, tem expandido as suas operações em patamares superiores a 10% já há alguns anos. Estimativas divulgadas pela revista Veja mostram que a aviação civil deve crescer aproximadamente 36% apenas neste ano, em comparação com os números de 2009. Trata-se de um desempenho impressionante, senhoras e senhores. A previsão é de que o crescimento continue ainda por um bom tempo, uma vez que ele é reflexo da inclusão da nova classe média brasileira no transporte aéreo de passageiros.

Há bem pouco tempo, é bom lembrar, apenas cerca de 5% da população brasileira utilizava os aviões como meio de transporte. Essa inserção da classe média no transporte aéreo nos deixa extremamente feliz, porque mostra que a política econômica do Governo Lula tem dado claros sinais de sua eficácia, com o aumento significativo do consumo das classes de renda mais baixa. Lembremos que nesses 8 anos de Governo, que ora findam, mais de 20 milhões de brasileiros deixaram as classes D e E, alcançando patamares mais altos de renda e de bem-estar.

Sabemos, entretanto, Sr. Presidente, que o perfeito funcionamento do setor depende da integração de uma série de fatores: sistema de controle do tráfego aéreo, infraestrutura aeroportuária, organização e fiscalização da malha aérea e prestação continuada dos serviços por parte das companhias aéreas. Basta que um desses setores não funcione ou que funcione de forma precária para que todos os outros sejam afetados, comprometendo a eficiência do sistema.

É preciso, portanto, ficarmos atentos, pois o tão badalado e esperado crescimento econômico tem de vir acompanhado do desenvolvimento da nossa infraestrutura em todas as áreas, inclusive aeroportuária e dos meios de navegação aérea. Acreditamos que, quanto ao desenvolvimento da logística dos aeroportos, estamos no caminho certo, pois a INFRAERO tem empenhado grande esforço no sentido de cumprir seu plano de investimento voltado para a ampliação, modernização, operacionalidade e segurança da infraestrutura.

Em 2009, a INFRAERO investiu na modernização do Terminal 1 do Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, e avançou de forma significativa nas obras de reforma do Terminal 2. Também concluiu as obras do terminal de passageiros do Aeroporto de Cruzeiro do Sul, no Acre, e do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional de Boa Vista, em Roraima. Entregou ainda o terminal de logística de carga, da torre de controle e de edificações do controle de tráfego aéreo do Aeroporto Internacional de Fortaleza.

Estima-se que nos próximos 4 anos o Governo Federal irá investir R$6,6 bilhões em 28 aeroportos administrados pela INFRAERO, sendo que grande parte desses recursos será direcionada para as cidades que irão sediar jogos da Copa do Mundo de 2014. Para atender à demanda projetada para essas cidades, a INFRAERO irá investir em torno de R$5,4 bilhões, sendo R$434 milhões apenas para as cidades da região Nordeste.

A empresa também está firmando parcerias com o Exército Brasileiro, com o Instituto Tecnológico da Aeronáutica — ITA e com o Instituto de Pesquisas Tecnológicas — IPT, de São Paulo, com o intuito de retomar e concluir obras paralisadas nos aeroportos de Guarulhos, Goiânia, Vitória e Macapá. A empresa pretende utilizar a expertise dessas instituições para acelerar as etapas inconclusas desses empreendimentos, paralisados, em sua maioria, por determinação do Tribunal de Contas da União, em função de problemas na execução dos contratos.

Tenho conhecimento de que a empresa tem buscado, nos últimos tempos, estreitar o relacionamento com a Controladoria-Geral da União e com o Ministério Público Federal, com o objetivo de identificar possíveis problemas que possam ocorrer com as licitações das obras aeroportuárias, atuando previamente para evitar atrasos nos cronogramas e prejuízos ao Erário.

Entre as realizações da INFRAERO, quero destacar muito especialmente as obras projetadas e as em curso nos aeroportos de São Luís e de Imperatriz, no Maranhão, as 2 maiores cidades do Estado, com crescente movimento derivado de diversos fatores, notadamente turismo e novos investimentos públicos e privados, que estão em fase de implantação em solo maranhense.

Ainda em 2009, formulei a Indicação nº 5.199, requerendo providências administrativas por parte daquela empresa pública, as quais agora estou vendo concretizar, em favor da nossa população, dos trabalhadores que exercem suas atividades nos aeroportos e daqueles que nos visitam. Também em 2009, a nosso convite, esteve em visita técnica ao Maranhão o Dr. Murilo Barboza, atual Presidente da INFRAERO, que constatou pessoalmente a necessidade das providências então reclamadas.

Na ocasião, reuniu-se com empresários locais na sede da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão — FIEMA, sob a coordenação do Presidente Edilson Baldez, profissionais ligados ao trade turístico, funcionários da INFRAERO do aeroporto de São Luís, usuários de modo geral, comunidade política, que pode assim atestar a necessidade das obras então reclamadas, inclusive por intermédio da indicação que havia formulado perante esta Casa.

Graças a esses esforços, muito em breve serão concluídas importantes melhorias nos aeroportos do Maranhão, razão pela qual quero, desde logo, registrar o sentimento de gratidão dos maranhenses.

Além do robusto investimento previsto para os próximos anos, do qual já falamos, a INFRAERO tem buscado aprimorar a gestão dos aeroportos em funcionamento. Em 2009, trinta e dois aeroportos administrados pela empresa foram certificados dentro do Sistema de Gestão da Qualidade, com base nos requisitos da ISO 9001.

Enfim, Sr. Presidente, diversas ações estão sendo empreendidas pela INFRAERO com o objetivo de dotar o Brasil de infraestrutura aeroportuária adequada ao seu crescimento econômico. Evidentemente, isso não se faz do dia para a noite. É preciso planejamento, vontade política e eficiência administrativa.

Assim, acredito que a infraestrutura aeroportuária está em boas mãos, pois a INFRAERO tem investido de forma sistemática na ampliação e modernização dos nossos aeroportos. Sua diretoria tem pautado a gestão pela continuidade administrativa, o que se verifica pelo fato de os últimos Presidentes terem dado seguimento à implantação dos projetos definidos como prioritários pelo planejamento estratégico da empresa.

Essa gestão técnica e continuada torna possível desenvolver a logística aeroportuária dentro dos padrões de crescimento do movimento de passageiros nos terminais e diminui o peso das pressões externas sobre os dirigentes.

Gostaríamos — esse é o objetivo central deste pronunciamento que faço em nome do povo do Maranhão, mas tenho certeza de que também de outros Estados beneficiados por esses fatos que estou a elencar — de expressar nossa concordância com os rumos que estão sendo adotados pela INFRAERO na condução do processo de ampliação e modernização dos nossos aeroportos.

É evidente que, entre os diferentes modelos de administração aeroportuária adotados em outros países, podemos encontrar alguns tão ou até mais eficazes que o nosso. Temos de aprender permanentemente com as experiências internacionais em todos os setores, obviamente também no difícil, relevante e crescente desafiador tema da gestão aeroportuária.

Também é evidente que muita coisa ainda precisa ser feita nesse setorem termos de velocidade, bom atendimento, conforto dos passageiros, sobretudo, Como sabemos, nos momentos de pico da movimentação aeroportuária, quando as deficiências existentes se tornam mais nítidas para a percepção dos consumidores dos serviços prestados pela INFRAERO. Contudo, no âmbito do desenho institucional brasileiro e com as limitações orçamentárias impostas pelo cenário macroeconômico, a INFRAERO tem buscado de forma incontestável entregar ao País um sistema aeroportuário moderno, eficiente e seguro.

Essas conquistas se tornam ainda mais expressivas se nos lembrarmos do difícil ano de 2007, quando ocorreu o chamado Apagão Aéreo. Todos lembramos o debate que houve no Parlamento, na ocasião, bastante polarizado entre Governo e Oposição. Houve inclusive a instalação de Comissão Parlamentar de Inquérito.

Prognosticava-se, então, um cenário ainda mais sombrio para esse mundo da navegação aérea e da infraestrutura aeroportuária. Chegava-se a projetar que o apagão aéreo então vivenciado não seria episódico, conjuntural, contingencial, e sim algo que iria se impor como marca inafastável, indelével no nosso cenário institucional, na nossa vida social.

Decorridos 3 anos, nós podemos verificar que, felizmente para todos os brasileiros, para todo o nosso povo, esses prognósticos, esses exames prospectivos acerca do funcionamento dos aeroportos não se revelaram corretos, muito pelo contrário.

Na esteira daqueles fatos dramáticos ocorridos então naquele ano, assumiu o Ministério da Defesa, o — entre tantos títulos — ex-Deputado Federal e ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal Nelson Jobim, que mais uma vez demonstrou suas principais qualidades: espírito de liderança e competência para enfrentar grandes desafios.

Ouço com muita satisfação o Deputado Lira Maia, em seu aparte.

O Sr. Lira Maia - Deputado Flávio Dino, no momento em que V.Exa. faz um pronunciamento relacionando toda a atuação da INFRAERO, gostaria de cumprimentá-lo.

No caso de Santarém, no Pará — V.Exa. conhece essa realidade — , o movimento aéreo cresceu muito. Há um projeto aprovado pela INFRAERO, e no momento em que são relacionadas tantas obras neste País, faço aqui um registro da nossa vontade de que de fato a obra do terminal de passageiros do aeroporto de Santarém possa começar. Sabemos que a INFAERO tem tomado providências, que já foi feito o projeto executivo. No ano passado, tivemos um movimento de mais de 370 mil passageiros/ano, portanto de mais de mil passageiros por dia, o que jájustifica um terminal mais moderno, como os que a INFRAERO implanta em muitas partes deste País. Cumprimento V.Exa. pelo pronunciamento. Peço desculpas por aproveitar para fazer este registro de solicitação e peço a V.Exa. que transmita aos dirigentes da INFRAERO este nosso sonho. Já há um compromisso, e tenho certeza de que será cumprido. Muito obrigado.

O SR. FLÁVIO DINO - Posso assegurar a V.Exa., Deputado Lira, que o clamor que V.Exa. traz em nome do povo de Santarém será levado ao conhecimento da Diretoria da INFRAERO. V.Exa. é testemunha dos esforços que são feitos. Não tenho a felicidade de conhecer a sua cidade e a sua região, mas sei da importância de Santarém, e sem dúvida nenhuma o pleito é revestido de justiça, como todos os que V.Exa. traz a esta Casa em nome do povo do Pará, e me solidarizo com sua reivindicação e com a população de Santarém, porque sabemos todos nós da Região Norte e da Região Nordeste o quanto, infelizmente, os investimentos públicos por vezes são assimétricos.

A grande novidade que temos nesta era que o Brasil atravessa é se pautar como prioridade nacional o fim das desigualdades regionais, que se dão também no terreno da infraestrutura aeroportuária. Daí porque me associo a essa reivindicação.

Dizia há pouco, Sr. Presidente, nobres pares, que foi exatamente nesta quadra do chamado apagão aéreo que o ex-Deputado Federal, portanto ex-Parlamentar e nosso colega, e ex-Ministro do Supremo Tribunal Federal, Nelson Jobim, assumiu o Ministério da Defesa demonstrando espírito de liderança e competência, o que fez com que buscasse recrutar os melhores quadros técnicos para auxiliá-lo nessa missão.

Faço questão de, entre tantos e tantos auxiliares de S.Exa. à frente dessa gigantesca tarefa que se desenrolou subsequentemente à crise aérea, elencar os nomes dos atuais Presidentes da INFRAERO, Dr. Murilo Marques Barboza, e da Agência Nacional de Aviação Civil — ANAC, Dra. Solange Paiva Vieira.

Para encerrar, Sr. Presidente, nobres Pares, queremos cumprimentar a atual Diretoria da INFRAERO, toda os seus membros, todo o seu corpo técnico e gerencial, na pessoa de seu Presidente, o competente, dedicado e probo Dr. Murilo Marques Barboza. Quero saudar todos os funcionários daquela empresa, especialmente os lotados no meu Estado, o Maranhão, pelo excelente trabalho desenvolvido até aqui.

Tenho certeza de que muito será feito por essa valorosa equipe em prol do transporte aéreo brasileiro, afinal estamos em um País que tem uma avenida de prosperidade econômica àsua frente, o que implica novos e crescentes desafios para os nossos serviços públicos.

Era o que tinha a dizer.

Muito obrigado".

Fonte: INFRAERO

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Noticias Brasil


Algumas reflexões sobre o nosso Galeão

A questão aeroportuária brasileira volta a ordem do dia. O Aeroporto do Galeão será o grande portão de entrada do país e estará pronto por obrigação nacionalista não apenas para a Copa com também para as Olimpíadas.
Por Adm. Vinicius Costa Formiga Cavaco

A questão aeroportuária brasileira volta a ordem do dia. O Aeroporto do Galeão será o grande portão de entrada do país e estará pronto por obrigação nacionalista não apenas para a Copa com também para as Olimpíadas.

Não se trata de uma previsão ou aposta otimista, mas é porque não há como ser diferente. Nas obras de recuperação, os técnicos das empreiteiras contratadas estão surpresos com a qualidade da estrutura física do terminal. Foi uma obra construída para durar, quando o dinheiro público era respeitado e o construtor era duramente fiscalizado.

O Galeão construído na época da antiga Arsa (Aeroporto do Rio de Janeiro S/A), foi feito dentro de uma relação de absoluta idoneidade entre a empresa de construção e o cliente público. Uma grande obra de concreto, premiada internacionalmente e feita para durar. A relação promíscua entre o contratado e contratante nas décadas seguintes fizeram do Brasil um canteiro de obras e de estradas solúveis, apodrecidas precocemente por um sistema corrupto que não zelava pela qualidade do patrimônio público.

Durante a construção do Galeão, se agrados existiram por parte dos construtores, eram pequenos excessos de relações públicas, nada comparado ao que ocorreu nos últimos anos.

O sistema aeroportuário brasileiro esteve durante décadas nas mãos de espartana gestão militar. A Infraero nasceu com este espírito e retornou às suas origens com uma exemplar despolitização dos seus cargos, que reservou apenas 12 funções de assessoria para não-funcionários. Até as diretorias ligadas a atividade fim são obrigatoriamente ocupadas por funcionários de carreira.

Mas o que tudo isso tem haver com o futuro do Galeão? Tudo! A recuperação tem uma dupla base sólida. Uma é a existência de uma colossal estrutura física que forma o complexo dos dois terminais, com as bases já prontas para receber mais dois. O sistema de esgoto, abastecimento e de infraestrutura elétrica foi feita para o projeto completo. Não evaporou para cobrir comissões.

Além de uma intervenção cosmética, sistemas mecânicos, com os de ar-condicionado, colapsaram pelo peso dos anos. Faltou força para atualizá-los, principalmente na era dos aeroshoppings.

Um Galeão novo vai surgir e neste caso surge o novo ingrediente: a gestão realizada por técnicos que fizeram a sua vida no dia a dia aeroportuário.

A despolitização da Infraero foi um dos maiores acertos da gestão do ministro da Defesa Nelson Jobim. Um legado que deveria ser aplicado em outras estatais.

Os funcionários de carreira da Infraero são o grande ativo da empresa. Existem hoje na ativa pelo menos duas gerações que foram criadas em um regime de austeridade e respeito à infraestrutura aeroportuária.

Quando a Infraero se transforma na Geni, em que todos jogam pedra, esconde-se um interesse de negociatas e empreiteiras. O Galeão é a maior área urbana do Rio. Não é apenas um terminal de passageiros, mas um latifúndio que envolve um possível pólo industrial. Os interesses na privatização do aeroporto do Rio são revelados pela agressividade da mídia e de como alguns colunistas e veículos se colocam a serviço deste jogo imobiliário.

Neste tiroteio, os funcionários da Infraero mantém a máquina funcionando e a empresa faz o seu dever de casa. A solução dos problemas existentes não são mais varridos para baixo do tapete. Neste contexto, a empresa tem a sorte de ser comandada por um carioca, Murilo Marques Barboza, que sabe da missão histórica que lhe foi confiada.

Teremos um Aeroporto Internacional do Galeão Maestro Antonio Carlos Jobim pronto para receber os visitantes da Copa e das Olimpíadas. Precisamos confiar na estrutura pré-existente e em uma equipe de funcionários que sabem da sua missão. Não devemos é deixar contaminar os ouvidos e as idéias com o choro de parte da imprensa que se coloca a serviço de interesses inconfessáveis.

Cláudio Magnavita, Presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo (Abrajet), membro do Conselho Nacional de Turismo e Presidente da Aver.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Noticias Brasil

A mudança da marca Ocean Air Linhas Aéreas para Avianca, anunciada ontem, deve refletir positivamente nos voos da companhia que operam no Paraná. Apesar do Estado não ser destino inicial ou final de nenhuma das rotas da empresa, o diretor-executivo da companhia, Renato Pascowitch, admitiu um possível aumento no número de voos a partir do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, principalmente com destinos ao Rio Grande do Sul e à região Centro-Oeste.
“As operações diárias que temos para Curitiba são consagradas e bem ocupadas. São voos bastante interessantes, nos quais nós apostamos muito”, afirmou Pascowitch a O Estado. Atualmente, a rota que faz escala na capital paranaense vem de Porto Alegre, segue para Campo Grande e Cuiabá, e faz o caminho de volta, uma vez por dia.
A previsão da Avianca é que, com a adição, até o fim do ano, de quatro novas aeronaves do modelo Airbus A319 à frota (a primeira já deve começar a operar nos próximos dias), a empresa deve contar com mais voos para os mesmos lugares em que já atua. Hoje, a companhia opera com 14 aeronaves Fokker MK28.
Em relação ao mercado, o executivo ressaltou que a tendência atual é de uma boa demanda na baixa estação. Isso, para ele, deve refletir em mais voos disponíveis colocados em operação pelas companhias.
E, apesar de não necessariamente ocorrer queda nos valores das passagens, os bilhetes estarão cada vez mais acessíveis, especialmente por conta do aumento da oferta de crédito.
Para concorrer nesse mercado (composto principalmente pela classe C), a empresa deve criar parcelamentos de até 24 vezes hoje, as parcelas chegam no máximo a 10, dependendo da promoção.
A alteração de marca foi feita via um contrato de uso do nome Avianca pela Ocean Air, que do ponto de vista jurídico continua sendo Ocean Air. Isso porque o grupo Taca-Avianca também pertence ao grupo Sinergy, do empresário German Efromovich, e que também detém a Ocean Air.
Com relação a participação societária, o grupo está trabalhando para que a Avianca Internacional incorpore a participação na OceanAir que a legislação brasileira permitir o mais rápido possível. Pela atual legislação, os estrangeiros podem deter até 20% de participação em companhias brasileiras.

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Noticias Brasil

OceanAir adota marca Avianca e apresenta primeiro A319

A OceanAir anunciou hoje que passa a operar com a marca Avianca, maior companhia aérea da Colômbia, que é controlada pelo empresário boliviano naturalizado brasileiro German Efromovich, através do grupo Synergy Aerospace. Segundo o presidente da OceanAir, José Efromovich, irmão de German, foi assinado um contrato formal sem remuneração para uso da marca, portanto, a razão social da companhia permanece OceanAir. O site da empresa passa a adotar o nome Avianca a partir de hoje.
A empresa também anunciou a operação nos próximos dias de seu primeiro Airbus A319. Com capacidade para 132 passageiros, a aeronave tem configuração de classe única. “Esse avião poderia ter 150 lugares, mas optamos por oferecer mais espaço”, diz o executivo. A empresa receberá o segundo A319 no final de maio, o terceiro entre o final de junho e início de julho e o quarto até dezembro. Com a chegada dos novos aviões, a companhia aérea prevê um crescimento de 30% em 2010 em receita e oferta de assentos. “Com isso, nossa participação de mercado deve ficar próxima de 4% até o final do ano.” Em participação no mercado interno, no momento a OceanAir ocupa a sexta posição, com 2,5%.
Nos próximos dois meses, o primeiro A319 percorrerá a rota Porto Alegre, São Paulo, Brasília e Salvador. Com a entrada em operação do segundo Airbus, essa aeronave será destacada para a ponte aérea Rio-São Paulo.
Foram investidos US$ 250 milhões neste ano, dos quais US$ 200 milhões para a compra de aviões. Depois da reestruturação, anunciada em abril de 2008, agora a empresa se diz preparada para crescer. “Na ocasião reduzimos frota e pessoal, mas estamos prontos para retomar o espaço perdido”, acrescenta Efromovich.
Segundo Renato Pascowitch, diretor executivo da companhia, os programas de relacionamento de ambas permanecem inalterados. “Estamos trabalhando para a integração dos programas de fidelidade, mas por enquanto os clientes continuam sendo atendidos de forma separada”.
Conforme a companhia, a Avianca planeja comprar mais aeronaves em 2011, mas isso dependerá da evolução do mercado. Desde 2008, quando teve início o projeto de renovação da frota, o grupo Synergy já investiu US$ 6 bilhões.
Interesse em IPO
Perguntado sobre o interesse da companhia em abrir capital, Efromovich lembrou que a Avianca se preparou para lançar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) em 2008, mas desistiu em razão da piora nas condições de mercado. “Hoje diria que isso não é considerado prioridade, mas no médio prazo posso dizer que sim, avaliamos a questão”, afirmou o executivo.
Com relação aos planos de novas rotas, o presidente da companhia diz não ter planos de entrar em novos mercados ou trocar os Fokker MK28 que opera. “Atualmente temos 15 desses voando na Colômbia e 14 no Brasil e não temos nenhuma intenção de aposentá-los”.
A companhia aérea colombiana, fundada em 1919, já havia anunciado em outubro do ano passado fusão com o Grupo Taca, de El Salvador, que é controlado pela família Kriete. O negócio resultou na criação de uma das maiores empresas aéreas da América Latina, com receita anual de quase US$ 3 bilhões e com atuação em toda a região. German Efromovich controla 67% da nova companhia por meio de sua holding Synergy Aerospace e a família Kriete possui os outros 33% de participação. O Grupo Taca possui um conjunto de companhias independentes na América Central e no Peru, enquanto a Avianca é dona da OceanAir e da equatoriana VIP.
Fonte: Agência Estado

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Avianca-TACA pretende encomendar novos jatos regionais e turbo-hélices

Os Fokker 50 que eram da OceanAir estão na Avianca
O CEO da Avianca-TACA, Fabio Villegas, anunciou que o grupo planeja selecionar até o final deste ano dois novos tipos para integrar sua frota, sendo um modelo de jato regional e um turbo-hélice, informou a ATI.
O objetivo será a substituição gradual dos Fokker 100 atualmente operados pela Avianca e pela OceanAir (que ainda este mês passará a se chamar Avianca Brasil), e dos Fokker 50 operados também pela Avianca e ATR-42 das empresas afiliadas à TACA.
Segundo Villegas no momento estão sendo considerados diversos fabricantes tanto para a aquisição dos jatos quanto dos turbo-hélices, sendo inclusive ressaltado no caso dos primeiros que, mesmo já sendo operada pela TACA uma frota nova de EMBRAER 190, isso não significa que há preferência por qualquer fabricante. Optando-se por outro avião – estão sendo avaliados jatos regionais da Bombardier, Sukhoi e Mitsubishi, além da EMBRAER – os brasileiros seriam substituídos.
Feita a escolha, a renovação terá início em 2012 com a retirada de serviço dos primeiros Fokker 100 e 50 da Avianca e, posteriormente, dos aviões das demais empresas do grupo.
Além dos planos referentes às aeronaves regionais, o executivo destacou os objetivos do grupo em relação ao restante da frota, mantendo o foco na padronização dos narrowbodies com os Airbus da família A320 já operados por Avianca e TACA e que, este mês, passaram a ser incorporados pela Oceanair com o recebimento de seu primeiro A319. Somando-se a essas três empresas, a partir do segundo semestre também a AeroGal, outra integrante do grupo, receberá seus primeiros A320, com a chegada programada de dois aviões.
Por fim, a malha de longo curso também poderá ter novidades, estando sob avaliação a possibilidade da TACA passar a realizar voos ligando a América Central à Europa. Atualmente a única empresa do grupo a realizar voos intercontinentais é a Avianca, e para que a TACA possa se tornar a segunda está sendo avaliada a transferência de dois Airbus A330 que seriam recebidos pela Avianca em 2011 para a companhia salvadorenha.
Fonte: Contato Radar

Noticias Brasil

Secretaria dos Transportes estuda proposta de redução para o pedágio

A Secretaria dos Transportes deve concluir, nas próximas semanas, estudo técnico e jurídico, que vai servir de base para negociação da redução das tarifas de pedágios no Paraná. O anúncio foi feito pelo secretário, Mário Stamm Júnior, em entrevista à rádio Bandnews na segunda-feira (26). Segundo Stamm, o estudo foi determinado pelo governador Orlando Pessuti e leva em consideração os dados e levantamentos feitos pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) desde 1998, com mais destaque aos realizados a partir de 2003.

“Já possuímos muitas informações, o que temos que encontrar agora é uma proposta, para ser debatida e aceita com boa vontade de ambas as partes”, explicou Stamm. Assim que o estudo estiver concluído, será debatido com o governador, para, então, abrir o diálogo com as concessionárias. “Pessuti vai ser o condutor do processo, fundamentado em aspectos técnicos e embasado em questões jurídicas essenciais. Será uma solução definitiva que pode servir de exemplo para outras soluções nacionais e dos programas futuros que possam ser implementados em outros Estados.”

Um dos focos do debate com as empresas é a consolidação de dois corredores rodoviários duplicados. Um, ligando Apucarana a Ponta Grossa, e outro, de Medianeira, Cascavel e Ponta Grossa. “Essas obras fazem parte da análise conjunta que estamos desenvolvendo. O pedágio precisa de uma solução, mas essa tem que estar atrelada ao desenvolvimento da infraestrutura logística do Estado”.

Stamm explicou que cada negociação possui a sua peculiaridade já que são seis concessionárias, contudo adiantou que os debates passarão pela execução de outras obras, termos aditivos, taxa interna de retorno e o contencioso jurídico. “A tese não deve se concentrar em um ponto ou outro, mas em vários pontos. Temos que encontrar um modelo, uma remodelagem, uma nova forma de solucionarmos. E o Paraná pode ser dentro dessa ação pode ser o criador de uma nova teoria para o tema.”

MULTIMODALIDADE – O secretário explicou ainda que a Secretaria de Transportes iniciou estudo para integrar os diferentes modais de transporte no Paraná – rodoviário, ferroviário, aeroviário e portuário. “Estamos trabalhando para dar encaminhamento a estudos e projetos para resolver gargalos operacionais com o objetivo de aumentar a competitividade e reduzir o custo do transporte no Paraná”.

Stamm lembrou que já estão incluídos na segunda etapa do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) do governo federal cerca de R$ 300 milhões para a construção da terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais. “Estamos em contato com a Infraero para trabalharmos juntos na definição do projeto e no estudo das desapropriações necessárias. Essa nova pista vai tornar o aeroporto em um concentrador e distribuidor de cargas na região Sul”.

Junto com o Afonso Pena, a secretaria também vai ampliar os estudos para o fortalecimento da infraestrutura na região de Londrina, de Cascavel, do Sudoeste, de Ponta Grossa e os campos gerais e do Litoral. “Temos que ter visão futura, trabalhar para resolver problemas e encaminhar projetos”.

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