sexta-feira, 19 de março de 2010

INFRAERO


Reunião entre Infraero e Exército define Plano de Trabalho do Aeroporto de Goiânia

Uma equipe técnica da Diretoria de Engenharia e Meio Ambiente da Infraero se reuniu nesta quarta-feira (17/3) com membros do Departamento de Engenharia e Construção do Exército Brasileiro (DEC), em Brasília (DF). A reunião tratou do Plano de Trabalho a ser celebrado entre as instituições, visando à retomada das obras do novo terminal de passageiros do Aeroporto de Goiânia/Santa Genoveva (GO).

Durante o encontro, foi ajustado o Plano de Trabalho referente à complementação do projeto executivo de infraestrutura do novo terminal de passageiros. O projeto irá contemplar sistemas de pátio, pistas e acesso viário. A parceria entre Infraero e Exército foi celebrada em outubro passado, quando foi assinado um Protocolo de Intenções a fim de viabilizar a execução de projetos, obras e serviços de engenharia em aeroportos administrados pela empresa. A Infraero está contratando o Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo (IPT) para, entre outras ações, prover embasamento técnico para a complementação dos projetos executivos a cargo do Exército.

Na próxima semana, Infraero, DEC e IPT se encontrarão para compatibilizar as informações dos laudos de perícia elaborados pelo Instituto com as etapas do plano de trabalho elaborado pelo Exército.

Audiência Pública

Ainda este mês foi realizada Audiência Pública na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás para tratar da situação das obras do novo terminal de passageiros do aeroporto da capital goiana. Na ocasião, estiveram presentes representantes da Infraero e do Tribunal de Contas da União (TCU). O superintendente do Aeroporto de Goiânia, Jucélio Oliveira, esclareceu aos representantes a atual situação jurídica, além das ações que a Infraero tem adotado em prol da continuidade das obras.


FONTE: INFRAERO

quinta-feira, 18 de março de 2010

INFRAERO


Infraero investe R$ 425 milhões, menos da metade do previsto para 2009

SÃO PAULO - Com a metade dos investimentos previstos para 2009, que inicialmente eram de R$ 985 milhões, a Infraero divulgou em seu relatório anual que aplicou apenas 43% deste total no ano, totalizando R$ 425,4 milhões, o que pode explicar os distúrbios vividos pelo setor de aviação em relação à infraestrutura de aeroportos no País, juntamente com as recentes declarações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) que irá restringir o numero de voos de seis importantes aeroportos até dezembro.

Do valor total aplicado, R$ 219,4 milhões referem-se a obras gerais, e R$ 206 milhões, a equipamentos, conforme balanço recentemente divulgado pela entidade. Segundo a Infraero, apesar de o valor ter sido menor, ainda houve um aumento de 6,6% em relação aos investimentos realizados em 2008, quando a previsão de investimentos era de R$ 2,2 bilhões, dos quais foram aplicados apenas 17%.

De 2004 a 2009 a Infraero investiu aproximadamente R$ 2,1 bilhões, sendo que a expectativa para estes cinco anos era de uma cifra de R$ 5,6 bilhões - em média, a entidade vem investindo a metade das suas previsões. Segundo o relatório da empresa, a gestão financeira, em 2009, esteve concentrada na redução de custos, buscando minimizar o descompasso entre o crescimento da receita e a despesa operacional e otimizar os recursos disponíveis, para garantir os investimentos prioritários nas áreas operacionais e de segurança.

Já o lucro bruto, ao fim do ano passado, foi de R$ 358,9 milhões, ante R$ 600,6 milhões do ano anterior, contabilizando uma queda de 40,2%. Conforme a Infraero, este resultado foi impactado principalmente pela queda da ordem de 20% da receita dos terminais de carga, em função da redução das importações. Além disso, houve diminuição do movimento de aeronaves e de passageiros internacionais, com perda de 3,2% e 1,2%, respectivamente.

A empresa também alertou de que o baixo desempenho foi amenizado pela retomada das operações domésticas, que registraram aumento de 15% na movimentação de passageiros e de 8,5% na de aeronaves. A Infraero destacou que os valores das tarifas nesses segmentos são inferiores aos valores das operações internacionais. O relatório destacou que o contexto da crise econômica internacional e o processo de transformações vivido pelo setor aéreo em 2009 demandaram dos gestores novas estratégias e realinhamento de prioridades.

Noticias Brasil


Azul aceitará cheque pré-datado para parcelar tarifa

A Azul Linhas Aéreas vai receber cheques pré-datados e parcelar suas tarifas em até seis vezes, sem juros, na ofensiva para atrair a classe C para seus aviões. As informações foram divulgadas em entrevista à imprensa pelo presidente do conselho de administração da empresa, David Neeleman, nesta quarta-feira, em Porto Alegre, onde e empresário esteve para falar sobre "Excelência na Prestação de Serviços" na Federasul.

Segundo Neeleman, a aviação está muito dependente dos cartões de crédito, que acabam se tornado um entrave ao embarque de algumas camadas sociais nas viagens aéreas. "Metade das pessoas que são da classe C não tem cartão de crédito e a segunda metade tem limites baixos", observou. A ideia inicial da empresa é oferecer a quem compra passagem com antecedência mínima de 30 dias a opção de pagar um quinto ou um sexto do valor da tarifa para assegurá-la, e mais uma ou duas das seis parcelas antes da viagem. O sistema deve começar com a aceitação de cheques pré-datados e evoluir em pouco tempo para o uso de cobrança eletrônica.

"O cheque não é a maneira preferida, mas começa assim e daqui a dois ou três meses (o cliente) vai poder fazer na internet", comentou Neeleman. "A gente vai aceitar quase todo o mundo", anunciou, explicando que esse é um jeito de fazer as pessoas "aprenderem" a voar e tomarem gosto pelas viagens. "Nosso preço será menor que o das passagens de ônibus para quem comprar com antecedência".

Neeleman também confirmou que a empresa pode repetir de tempos em tempos promoções como o Passaporte Azul, que permite número ilimitado de viagens, durante dois meses, para todos os destinos que tem ao preço de R$ 899.

A Azul tem atualmente 15 aeronaves Embraer 190 e 195, com capacidade para 106 e 118 passageiros, e vai comprar mais seis até o final do ano, com investimentos estimados em US$ 250 milhões, valor que Neeleman não confirma. A frota atende 16 cidades brasileiras e pode chegar a 20 até o final do ano, mas o empresário evita antecipar quais serão os novos destinos. Em 2009, a Azul transportou 2,2 milhões de pessoas, com taxa de ocupação de 90% de suas aeronaves. A meta para 2010 é ampliar o número de passageiros para 4 milhões.

Fonte: Elder Ogliari (Agência Estado)Noticias Brazil

quarta-feira, 17 de março de 2010

Brasil Tráfego Aéreo

Falha em sistema elétrico do Cindacta-2 provoca atraso de voos no Paraná
Nobreak demorou 10 segundos para ligar durante checagem elétrica.
FAB, por precaução, aumentou espaçamento entre aeronaves em voo.

Falha na comunicação do Cindacta I foi sanada, diz Aeronáutica Pane no Cindacta do Recife atrasou voos

A falha de 10 segundos em um nobreak "gigante" do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo (Cindacta-2) provocou atrasos em voos no Aeroporto Afonso Pena, em São José dos Pinhais (PR), na manhã desta quarta-feira (17). Segundo informações da assessoria da Força Aérea Brasileira, o problema provocou o desligamento, por outros 16 minutos, do software de controle de tráfego aéreo, o que não impediu a comunicação entre a torre e os pilotos.

Ainda de acordo com a FAB, a falha aconteceu às 9h, durante a manutenção do sistema elétrico do Cindacta-2. A operação prevê o desligamento da rede elétrica do centro, mas o equipamento chamado UPS (nobreak "gigante") deveria manter o fornecimento de energia para os demais equipamentos, mas demorou 10 segundos para ser acionado automaticamente, tempo maior do que o previsto.

Segundo o tenente-coronel Henry Wilson Munhoz, a demora do funcionamento do nobreak provocou o desligamento dos consoles de visualização do radar e, preventivamente, os controladores de voos aumentaram o espaçamento entre as aeronaves em voo. A medida seguinte foi interromper as decolagens no Aeroporto Afonso Pena e manter o nível de segurança aérea necessária.

Ainda de acordo com Munhoz, o atraso máximo de voos chegou a uma hora. Segundo balanço da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), foram registrados 19 atrasos (30,2%) dos voos no Aeroporto Afonso Pena entre os 63 previstos às 14h desta quarta-feira. A Infraero não soube informar o número de atrasos no período em que ocorreu a falha elétrica no Cindacta-2.

Inicialmente, a FAB chegou a checar a possibilidade de ter ocorrido um problema no software conhecido como Sagitário (Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional), que começou a entrar em funcionamento do Cindacta-2 neste ano. A hipótese foi descartada após avaliação técnica.

Noticias Brasil



Puma Air aposta em Norte e Nordeste e investe R$ 100 milhões no 1o ano
A companhia aérea Puma Air inicia voos nacionais no final deste mês entre São Paulo e Belém (PA), apostando em cidades pouco assistidas do Norte e Nordeste do Brasil e na demanda de passageiros entre o Brasil e Angola.

A companhia, que operava voos regionais desde 2002 no Pará e foi vendida em 2009 para um grupo de investidores nacionais que incluem o empresário Geison Gambogi e a Ipiranga Obras Públicas e Privadas, tem planos de investir 100 milhões de reais no primeiro ano de operação e pode iniciar estudos de abertura de capital em bolsa já no segundo semestre de 2011.

A empresa inicia voo diário entre o aeroporto de Guarulhos (SP) e Belém no próximo dia 29, operando avião Boeing 737-300 que integrava a frota da Gol.

A expectativa da empresa é transportar 1 milhão de passageiros nos primeiros 12 meses de operação. Em termos de participação de mercado, o vice-presidente da Puma, Jorge Vianna, afirmou que isso equivale a uma fatia de 1,5 por cento do mercado doméstico e de 2,5 por cento do internacional.

A frota da Puma crescerá até o final do ano para três jatos Boeing 737-300, com capacidades para 134 passageiros cada, e um Boeing 767 que será usado na rota Recife-Luanda, na Angola. Esse voo começará a ser operado em junho ou julho, disse Gambogi, presidente da Puma, em entrevista a jornalistas.

"Vamos ser a única companhia brasileira de bandeira com voos para a África", disse o executivo.

O 767 é resultado de acordo de leasing da Puma com a Gol, que vai operar o voo sob a bandeira da Puma, enquanto a nova empresa se encarregará da comercialização, disse o executivo.

Além dos investidores brasileiros, a Puma tem como sócia, com 20 por cento do capital, a companhia aérea Angola Air Service.

Vianna, que trabalhou na OceanAir antes de integrar a diretoria da Puma Air, afirmou que existem 45 mil brasileiros vivendo em Luanda, mercado que é reforçado por projetos de empresas brasileiras como Petrobras.

Até agora, a ligação de Angola e o Brasil é feita pela estatal angolana TAAG, disseram os executivos.

Após a consolidação da operação com os voos nacionais iniciais -rotas Belém-Macapá (AP) e São Paulo-Belém- a empresa avalia retomar as operações regionais no Pará, para cidades como Altamira, Marabá, e também São Luís, no Maranhão, afirmou o diretor comercial da Puma, Eduardo Figueiredo.

"O objetivo agora é lançar a empresa. Depois que atingirmos a sustentabilidade com esses voos iniciais, poderemos partir para essa operação regional", afirmou Figueiredo.

Para as futuras rotas regionais, a empresa poderá utilizar aeronaves de 50 a 70 lugares, que podem ser fornecidas pela francesa ATR (turboélices) ou pela Embraer, disse Vianna, sem confirmar se há negociações específicas em curso.

"As distâncias lá (no Pará) são grandes. Talvez o modelo de jato para a aviação regional seja mais adequado", disse.

Fonte: Alberto Alerigi Jr. (Reuters) via O Globo

INFRAERO


Aeroporto Salgado Filho terá guarita blindada

O aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre, terá uma guarita blindada capaz de resistir a disparos de um fuzil AR-15.

É o quarto aeroporto no Brasil a ter uma estrutura do tipo. A lista inclui também Aeroporto Campo de Marte, em São Paulo; Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), no Rio de Janeiro; e Aeroporto Internacional Afonso Pena, em Curitiba.

O projeto foi desenvolvido pela Vault e conta com vidros blindados e aço balístico no exterior. Dentro, o segurança terá sanitário e ar condicionado.

Nos últimos quatro anos foram cerca de 20 assaltos a cargas em aeroportos brasileiros.

Além das cargas transportadas pelas empresas aéreas, criminosos estão de olho nas lojas, nos postos bancários e nos carros-fortes.

“Aeroportos estão mais sensíveis às ações dos criminosos, o que justifica o aumento da necessidade de otimizar as estratégias de segurança nestes locais com alto valor patrimonial a ser protegido”, afirma Vinicius de Luca, diretor da Vault.

Fonte: Maurício Renner (Baguete) - Imagem: Vault

Noticias Mundo

Passageiros reclamam de scanners em aeroportos dos EUA

Centenas de passageiros apresentaram queixas às autoridades dos EUA no último ano por causa do uso de scanners para revista eletrônica em aeroportos do país, alegando que esses equipamentos violam a privacidade e podem ser nocivos à saúde, segundo documentos divulgados na terça-feira.

Os EUA começaram a testar esses scanners num programa-piloto depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, mas o ritmo do seu uso só cresceu depois que, no dia de Natal de 2009, um nigeriano foi detido com explosivos em um voo Amsterdã-Detroit.

Atualmente há 44 scanners operando em 21 aeroportos, com o objetivo de localizar explosivos ou outros itens potencialmente perigosos que possam estar escondidos no corpo dos passageiros. As imagens do equipamento mostram a pessoa "despida", e por questões de privacidade os agentes trabalham em salas fora do campo de visão dos passageiros, e um programa borra o rosto das pessoas, mantendo seu anonimato.

A Administração de Segurança dos Transportes, atendendo a solicitação feita pelo Centro de Informação da Privacidade Eletrônica, conforme a Lei da Liberdade de Informação, disse que os passageiros apresentaram mais de 600 queixas contra o uso das máquinas no último ano.

As reclamações incluem a preocupação com os genitais serem vistos, o uso do dispositivo em crianças, a irritação de passageiros que não foram avisados de que poderiam solicitar uma revista por outros meios e temores de que os scanners façam mal à saúde.

"Não recebi a opção de usar o dispositivo de revista do corpo inteiro. Ninguém mais recebeu. Parecia que todos estavam sendo solicitados a passar pelos dispositivos, até crianças", queixou-se um passageiro não-identificado que embarcou no aeroporto de Tulsa em maio de 2009.

A Administração de Segurança dos Transportes minimizou as reclamações, dizendo que 600 delas em um universo de 4 milhões de queixas representam uma fração "infinitesimalmente pequena" de 0,015 por cento do total. O órgão ressaltou ainda que os passageiros sempre podem solicitar formas alternativas de revistas.

Em entrevista à MSNBC, a secretária de Segurança Doméstica dos EUA, Janet Napolitano, também minimizou as preocupações com a saúde, dizendo que a radiação emitida pelos scanners é muito inferior ao de aparelhos hospitalares de radiografias. Segundo ela, a tecnologia também melhorou na proteção da privacidade.

"A respeito das questões de privacidade, acho que muitas delas envolviam a primeira interação com a tecnologia, mas a tecnologia já mudou tanto que, conforme as instalamos nos aeroportos, os passageiros preferem por ampla maioria essas (máquinas) ao magnetômetro."

Pesquisas mostram que quase 80 por cento dos passageiros aprovam o uso de tecnologias com imagens avançadas para revistar quem viaja.

As autoridades defendem o uso do equipamento alegando que as imagens não são guardadas e que os agentes não sabem quem é o passageiro que está entrando na máquina.

O governo pretende ter 450 scanners de corpo inteiro instalados até o final do ano. Algumas máquinas usam uma tecnologia com ondas de 40 milímetros, e outras empregam raios-X de baixa potência, o que segundo as autoridades tem efeitos mínimos sobre a saúde.

Fonte: Jeremy Pelofsky (Reuters) via O Globo