terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

INFRAERO


Terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

Aeroportos têm movimento tranquilo na terça-feira de carnaval

Quem viajou de avião até as 17h desta terça-feira (16) não enfrentou grandes filas nos saguões dos principais aeroportos do país. Segundo a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), apenas 25, ou 1,6%, dos 1.561 voos programados para decolar entre a meia-noite de ontem (15) e as 17 horas de hoje partiram com mais de 30 minutos de atraso.

No Rio de Janeiro, o aeroporto do Galeão teve apenas dois (2,9%) voos atrasados e o Santos Dumont, quatro (3,7%). Em São Paulo, houve apenas quatro (3,3%) atrasos no Aeroporto de Guarulhos e nenhum em Congonhas.

Também não foi registrado atraso nos dois aeroportos de Belo Horizonte (Pampulha e Confins). Em Brasília, apenas três (2,5%) dos 119 voos previstos para o período demoraram a decolar. Nos aeroportos de Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Manaus, Porto Alegre e Salvador, a Infraero registrou apenas um atraso. Em Vitória, houve dois atrasos (5,4%) entre 37 voos.

O percentual de voos cancelados hoje em todo o país chegou a 16,8%. Dos 1.561 voos previstos, as empresas aéreas cancelaram 263. Entre os aeroportos mais movimentados, o Santos Dumont, no Rio, teve 38 (35,2%) cancelamentos; Congonhas (SP), 45 (27,6%); Guarulhos (SP), 16 (13,2%) e Brasília (DF), 14 (11,8%). Em Salvador, apenas oito de 97 voos foram desmarcados.

A empresa aérea com maior percentual de atrasos entre os voos domésticos foi a Azul. Dos 74 voos programados pela Azul, três (4,1%) demoraram a decolar. Em seguida, vieram a TAM (1,8%); a Gol (1,4%) e a Webjet (1,1%). Dos 58 voos previstos pela OceanAir, 22 (37,9%) foram cancelados e os 36 restantes saíram no horário.

Fonte: Agência Brasil via Zero Hora

domingo, 14 de fevereiro de 2010

Pátio de Aeronaves do SBCT


Foto:Rosvalmir Afonso


Aeroprto Internacional Afonso Pena / Curitiba

Inicio da década de 2000 o Aeroporto Internacional Afonso Pena recebeu no mesmo dia dois gigantes peso pesado da aviação cargueira o An22 e AN 124
Ambos traziam a bordo peças para as montadoras que estavam se instalando no Município de São José dos Pinhais


Antonov An-22
Tipo Avião de transporte militar
Fabricante Flag of the Soviet Union.svg Antonov
Primeiro vôo 27 de Fevereiro de 1965
Capacidade 29 passageiros
Custo unitário 46 milhões de dólares
Comprimento 57,9 metros
Envergadura 64,4 metros
Altura 12,53 metros
Velocidade máxima 740 km/h
Peso máx. decolagem 194.000 kg

O Antonov An-22 Antey foi à maior aeronave no mundo, antes da criação do Lockheed C-5 Galaxy
O An-22 é basicamente uma versão maior do An-12 com exceção da cauda dupla. Essa dupla cauda ajuda numa perfomace melhor e reduz as restrições de altura nos hangares.
O An-22 foi originalmente construído pela Força Aérea Soviética junto com a Aeroflot, um empresa aérea estatal. A primeira unida foi operada no 556º Regimento de Aviação de Transporte Militar "Solnechnogorsk", o qual usou o An-22 de 1970 à 1987. Aproximadamente 45 entraram em serviço na metade dos anos 90, a maioria pela Força Aérea Russa, mas lentamente foram substituído por um modelo maior, o An-124. Os An-22 restantes foram operados por um esquadrão de transporte militar independente chamado Tver, comandado em 2004 pelo tenente-coronel V. Borisenko.

Antonov An-124
Tipo Avião cargueiro pesado
Fabricante Flag of the Soviet Union.svg Antonov
Primeiro vôo 1982
Capacidade 88 passageiros
Custo unitário 150 a 200 milhões de doláres
Comprimento 68,96 metros
Envergadura 73,3 metros
Altura 20,78 metros
Velocidade máxima 865 km/h
Altura máxima de vôo 11.600 metros
Peso máx. decolagem 405,000 kg

O Antonov An-124 Ruslan (nome de código OTAN: Condor) é, atualmente, o segundo maior avião cargueiro do mundo (sendo o maior o Antonov An-225 e o terceiro maior avião produzido em massa. Há mais de 40 An-124 em serviço na Rússia, Ucrânia, Líbia e Emirados Árabes Unidos. Ele pode pousar em pistas de terra e grama.
Fonte Wikipédia, a enciclopédia livre

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Domingo, 14 de fevereiro de 2010
Primeira vez no Brasil

O avião Antonov AN 225 pousou pela 1ª vez na América Latina no Aeroporto Internacional de Guarulhos (SP).

A maior aeronave do mundo, um avião modelo Antonov AN 225, desembarcou neste domingo (14) no Aeroporto Internacional de Cumbica, em Guarulhos (SP).
O AN 225 visitou a América Latina e o Brasil pela primeira vez para transportar três válvulas para a Petrobras, uma carga de 150 toneladas. Os equipamentos, oriundos de Houston, vão ser descarregados por guindastes e transportados por carretas até a Replan, em São Paulo.

O contrato de afretamento, cujo valor não foi revelado, foi fechado diretamente entre Petrobras e Chapman Freeborn do Brasil. Engenheiros da estatal vão acompanhar o descarregamento do material.

O avião gigante, projetado pelo programa espacial soviético, tem capacidade para 1,5 mil pessoas em sua área de carga, ou o equivalente a 250 t. A aeronave mede 84 m de comprimento, tem uma envergadura de asa a asa de 88,4 m, além de possuir 18,1 m de altura.

O AN 225 é capaz de atingir 800 km/h, com uma autonomia de voo de 4,5 mil km (com carga máxima) ou 15,4 mil km (com tanques de combustível cheios). A tripulação é de sete pessoas.

Fontes: Futura Press via Terra / Portal Energia Hoje - Foto: Luiz Guarnieri/Futura Press

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Pátio de Aeronaves do SBCT


Junho de 2009
Ingressando na ponte 02 o A321 da TAM e ao fundo na posição 14 B744 da JADE Cargo fazendo o vôo para a LUFTHANSA Cargo.

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Aeroporto Afonso Pena pode entrar no PAC 2

Infraero faz acordo com governos locais para estudar a construção da terceira pista em São José dos Pinhais

Deixada de fora do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do plano de investimentos visando a Copa do Mundo de 2014, a construção da terceira pista do Aeroporto Internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, poderá finalmente decolar com o chamado PAC 2.

Na manhã de ontem, o presidente da Infraero, estatal que administra os aeroportos, Murilo Marques Barboza, assinou um “Termo de Cooperação Técnica” com o governo do Paraná e com a prefeitura de São José dos Pinhais para a realização de estudos para a construção da nova pista. O documento, no entanto, não menciona prazos para o início das obras ou valores, ficando apenas no plano das intenções.

Estudos técnicos preliminares indicam que a obra para a construção da terceira pista no Afonso Pena demandaria investimentos de até R$ 300 milhões e demoraria entre três e cinco anos para ficar pronta. O projeto ampliaria a capacidade operacional do Afonso Pena de 14 para 28 aeronaves por hora.

De acordo com o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que sobrevoou ontem a área para uma inspeção e participou da assinatura do protocolo, o documento recoloca a discussão sobre a terceira pista na agenda dos governos federal, estadual e municipal. O ministro afirma que até março vai propor a inclusão da obra na segunda edição do PAC. “Se for aprovada a inclusão e todos cumprirem a sua parte, o governo federal garante os recursos para a construção. Mas é preciso deixar claro que 15% da área ainda depende da desapropriação, além do estudo de impacto ambiental da obra”, pondera.

Demanda antiga

A construção da terceira pista é uma reivindicação que mobiliza o empresariado paranaense há mais de uma década. A Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) acredita que a obra pode trazer vantagens econômicas ao estado, com a transformação do aeroporto em “hub” regional, uma espécie de concentrador no atendimento aeroportuário de todos os estados do Sul do país.

Para tentar contribuir com o avanço da questão, a Fiep promoveu em maio de 2008 um encontro com empresários, parlamentares da bancada federal paranaense e o superintendente de planejamento e gestão da Infraero, Eduardo Xavier Balla­­rin. À época, ele admitiu que a obra consta no plano diretor da Infraero, mas considerou que ela poderia “esperar mais alguns anos”. “Curitiba tem o quinto aeroporto de um total de 67 no país. Existem outros que exigem investimentos mais urgentes por questões estratégicas e econômicas”, disse Ballarin na ocasião.

Em novembro de 2009, o superintendente do Afonso Pena, Antonio Pallu, considerou que não há demanda para uma obra do porte da construção da terceira pista. “Os estudos que temos indicam que a pista atual ainda tem capacidade para o nível de operações.”

O terminal, projetado para aten­­der 3,5 milhões de passageiros ao ano, opera atualmente com um fluxo de passageiros 40% acima de sua capacidade. A execução completa do plano de in­­vestimento para a modernização do Afonso Pena para a Copa de 2014 deve investir R$ 70 mi­­lhões na modernização e am­­plia­­ção do terminal de passageiros e reforma do pátio de aeronaves.

Obra depende da desapropriação de 15% da área

Fonte: Alexandre Costa Nascimento (Gazeta do Povo)

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Infraero realiza obras no Aeroporto de Congonhas

As chuvas que desde o final do ano passado castigam a cidade de São Paulo obrigaram a Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero) a repavimentar a pista de taxiamento e o pavimento do pátio do Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo (SP).

Em nota, a empresa estatal informou que alguns trechos da pista e do pátio sofreram desgaste na camada asfáltica, causando desagregação do piso, infiltrações e fissuras.

Os reparos foram iniciados esta semana e ocorrerão em duas fases. De acordo com a Infraero, a primeira etapa deve ser encerrada até o próximo dia 12, véspera do feriado de Carnaval. A segunda fase deverá ocorrer entre 20 e 26 de fevereiro, dependendo das condições meteorológicas.

As obras estão sendo realizados após o encerramento das operações do aeroporto, entre 23h e 5h30. O serviço exige a interdição do local e alterações no procedimento de manobra das aeronaves, mas a Infraero garante que isso não compromete em nada o nível de segurança do local. Em média, o aeroporto recebe uma média diária de 530 operações de pouso e decolagens.

Fonte: Terra

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

INFRAERO

05/02/10

Ampliação

Aeroporto Afonso Pena vai ganhar nova pista
Também será elaborado o plano diretor e feitos os estudos de impacto ambiental e social
O vice-governador Orlando Pessuti assinou, nesta sexta-feira (5), o termo de cooperação técnica entre o Governo do Estado, Infraero e prefeitura de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba. O acordo dará prosseguimento à construção de nova pista no Aeroporto Internacional Afonso Pena. Também será elaborado o plano diretor e feitos os estudos de impacto ambiental e social.

“Esta pista é algo que almejamos há mais de 20 anos. O nosso aeroporto já atende às necessidades da Copa do Mundo, em termos de transporte de passageiros, principalmente com os investimentos que vão ser feitos, mas a terceira pista, com mais de 3 mil metros de comprimento e toda sua infraestrutura, permitirá termos voos internacionais direto para a Europa”, afirmou Pessuti.

Com a nova pista, será aumentada a capacidade de movimentação de aeronaves. “Vai possibilitar a ampliação do transporte de carga e também receber voos transcontinentais”, explicou o presidente da Infraero, Murilo Marques Barboza. “Todo o Estado precisa desta pista, não é luxo, é necessidade”, afirmou Valmor Weiss, coordenador do Grupo de Trabalho do Aeroporto Afonso Pena.

Segundo Barboza, a região onde se encontra o aeroporto estar a quase mil metros de altitude e é necessário mais espaço para trabalhar com aeronaves de maior peso. “Este é um projeto não apenas para São José dos Pinhais, mas para todo o sul do Brasil”, destacou o prefeito Ivan Rodrigues.

De acordo com Barboza, a ampliação já era planejada pela Infraero, mas com a obtenção de recursos via governo federal, as obras serão antecipadas. “Pretendemos envolver ainda as universidades, para que se crie na região uma competência na área de engenharia aeroportuária”, adiantou.

Barboza explicou que o próximo passo são os estudos de impacto ambiental e social. “Hoje, o nível de ruído é de grande importância nos projetos de novas pistas a fim de preservar o meio ambiente e a saúde das pessoas que moram no entorno do aeroporto”.

Também participaram da solenidade o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, o senador Osmar Dias, os deputados estaduais Elton Verter e Neivo Beraldim, diretores da Infraero, representantes de classe como o presidente da Federação do Comércio do Paraná (Fecomercio), Darci Piana; o presidente da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Rodrigo Rocha Loures; a presidente da Associação Comercial do Paraná (ACP), Avani Slomp; o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Ardisson Akel.